Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes (I) – o tempo de provar nobreza

Numa quinta dos arredores de Braga, o velho morgado Francisco Bernardo de Sá Sottomayor, regalava-se em juntar os netos ao seu redor, contando-lhes histórias do seu viver de Tenente de Cavalaria em luta contra os franceses, ou de legitimista combatendo os constitucionais do futuro Imperador do Brasil. Por vezes, no auge do relato, evocava a coragem e o sangue guerreiro que lhe corria nas veias, herança do seu antepassado Pedro Madruga! E os miúdos sonhavam, e “guerreavam-se” a brincar, em nome daquelas memórias distantes.

Agostinho Barbosa de Sottomayor, meu bisavô, tinha sete anos quando o Morgado se finou. Nunca esqueceu as aventuras do avô e, já velho, a doença levava-o a “águas” ao Balneário de Mondariz, no sul da Galiza. Ali, voltou a ouvir falar de Madruga, personagem lendária que ainda nos princípios do século XX encantava os bosques da região.

Relatou-o ao filho mais novo, António de Sequeira Sottomayor, e aquele tornou-se o genealogista de serviço da família durante as seis décadas que viveu. Nenhum dos filhos se despediu dele, sem também conhecer os “feitos” do Conde de Caminha… e as “barbáries” também, mas essas, “eram frutos dos tempos de antanho”!
Meu pai, Agostinho Neuparth de Sottomayor, levou-me aos 18 anos ao castelo do Madruga. Nunca alguém da família ali tinha voltado nas centúrias mais recentes. Não era então o monumento que hoje podemos apreciar; estava decrépito e ameaçava ruína interior. Pairava no ar, suspenso do restolho e silvados em seu redor… místico, mas ainda e assim mesmo, imponente.

Há um quarto de século que me dedico à história e genealogia dos Sotomayor, e isso diz bem da impressão que me causou aquela visita em Setembro de 1983. As minhas filhas, já jogaram “à apanhada” no castelo… e começam hoje também, a conhecer o avoengo Pedro Madruga!

Certo dia, Alfonso Philippot publicou La Identidad de Cristobal Cólon, afirmando que o Conde de Caminha e o Almirante do Mar Oceano, Colón, eram a mesma pessoa. Ri-me, mas quis saber do que se falava. Afinal… a tese fazia sentido, mas só parcialmente. Tudo o que se relacionava com a época declinante de Pedro Alvares de Soutomaior apontava, de facto, para uma possível transmutação de um no outro, em 1486. O estudo para clérigo também fazia sentido, tal como a frota dos Sotomayor em Pontevedra, e a sua ligação à cabotagem e à rota mercante do Levante. O parentesco de Frei Esteban de Soutelo, seu tutor, parecia um achado surpreendente, e pleno de consistência… contudo, e embora sem certezas, os documentos antigos referiam quase sempre a mãe de Pedro Madruga, como pertencente à casa de Monterrey, ou seja, como uma Zúñiga, e não uma Soutelo-Colón, de Poio.

Se nas suas últimas vontades, ditadas em 1440, o pai de Madruga omitiu o nome da sua amásia, acreditamos que o terá igualmente escamoteado o mais possível, enquanto viveu. Sabê-lo-iam de facto frei Esteban, o escudeiro Alfonso Garcia, os parentes próximos da incógnita, e o próprio Pedro Alvares que quando passou a dono e senhor de Soutomaior, em 1469, fez acrescentar na entrada do senhorio, o escudo de armas de Zúnigas, de sua pretensa mãe, em vez de Távoras, como se esperaria pelo seu casamento, numa clara atitude do que hoje em dia poderia ser considerado, “marketing publicitário”!

Porque mentia Madruga? Perguntei-o a Philippot, cuja resposta não me satisfez. Desse modo, pouco convencido, passei o Colón-Madruga à gaveta das recordações.
Volvido ano e meio, Rodrigo Cota apresentou a crónica burlesca de Francesillo. Reabri a “gaveta”; voltei a querer saber o que se passava: afinal, um achado de princípios do século XVI, não poderia ser ignorado. A leitura que então fiz, cimentou o que já aceitara em Philippot, mas a questão de base mantinha-se em aberto; também a coloquei a Rodrigo Cota. Respondeu-me como é seu apanágio: claro, sucinto e pleno de lógica. Madruga mentia para apresentar uma linhagem de nobreza!

As grandes ideias, são quase sempre “ovos de Colombo”, e desse modo pude reequacionar toda a teoria de Philippot acerca do nascimento de Pedro Alvares de Soutomaior, para mim até então, o grande “calcanhar de Aquiles” de todo o conceito. Como chave-mestra, a Ordem de São João de Jerusalém, também chamada Ordem do Hospital de São João, ou mais geralmente, de Rodes ou de Malta.

Gaspar Massó no seu Pedro Madruga de Soutomayor, caudillo feudal, afirma na página 25, a propósito da confirmação dos títulos de Visconde de Tui e Mariscal de Baiona, que o Conde de Caminha pertencia àquela Ordem militar e religiosa; o investigador português Luiz de Mello Vaz de São Payo, recentemente falecido e até então colaborador activo na revista “Filermo” – publicação oficial da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana de Malta – , instituição a que pertencia, não estranhou a afirmação de Massó, acrescentando até que os referidos títulos lhe tinham sido reconhecidos quando Madruga “já era cavaleiro do Hospital de São João de Jerusalém (Rodes)”, como se pode ler na página 77 de Sottomayor Mui Nobre, editado em 1999.

Sabemos também, graças a Suso Vila Pérez e ao seu estudo sobre A cidade de Tui durante a Baixa Idade Media, vencedor do segundo prémio História Medieval de Galiza e Portugal em 2008, que à referida Ordem militar, pertenciam nos séculos XIV-XV as comendas de Toroño e Mourentán, no bispado de Tui, cujas fronteiras provocaram conflitos jurisdicionais entre a Ordem de São João e o Bispado, prontamente resolvidos em 1460, com vantagem para o Cabido tudense, entre Álvaro Paes de Soutomaior – o encomendeiro irmão de Pedro Alvares – e o comendador Frei Sueiro de Nogueirol.

Galindo Romeo já esclarecera antes, em 1923, com Tuy en la baja Edad Media que Toroño designava “toda a terra do bispado de Tui não submetida ao senhorio episcopal”, e pela Nobleza gallega que José Garcia Oro deu à estampa em 1981, sabíamos que Paio Sorredea de Soutomaior fora Meirinho daqueles territórios até ao seu falecimento que Suso Vila situa em 1425, sucedendo-lhe o genro, Garcia Sarmiento, senhor de Sobroso, futuro alvo político-militar de Pedro Madruga.
O historial da Ordem de São João revela que em cada lugar onde se instalavam, os Hospitalários começavam por fundar um hospital, logo seguido por um hospício, e só depois se preocupavam com a sua defesa ou fortificação. Segundo Adrián Arcaz Pozo, tratando da Implantación y desarrollo territorial de la Orden Militar de San Juan de Jerusalén en Galicia (siglos XII-XV), as rotas da peregrinação jacobea foram o cerne aglutinador das comendas e instituições hospitalárias, “facultando ao peregrino hospedagem e assistência nos seus hospitais e albergarias que se encontravam espalhadas, tanto nas desoladas e ásperas montanhas, como dentro das povoações”. No século XV, existiam pelo menos em Tui, o Hospital de São João (dos Gafos), e o Hospital de Pobres e Peregrinos, o que indicia também a presença continuada na região, dos cavaleiros hospitalários.

É precisamente tratando de um aforamento relativo a esta última instituição que a 15 de Fevereiro de 1458 se testemunha, na Edición e estudo escriptolóxico do Tombo do Hospital dos Pobres de Tui que Xulián Maure Rivas publicou, a presença de Pedro Álvares de Soutomaior no claustro da Catedral tudense, ao lado do alcaide da cidade, notários e outras testemunhas. Chama-se-lhe então “discreto varom”, o que prova a sua actuação enquanto representante do Cabido catedralício. Outros documentos apresentados por Suso Vila Pérez em 2008, provam que entre 1460 e 1463, Pedro Álvares era cónego e pertencia ao Cabido tudense, embora segundo aquele investigador, “Pedro não se interessasse muito pelo Cabido”, fazendo-se representar amiúde pelo criado Pêro de Sevilla, de família imigrante da capital andaluza, onde Colón viverá os anos mais relevantes da sua vida.

Extintos os Templários, reza a história que os Hospitalários lhes herdaram senhorios e comendas, um pouco por todo o mundo conhecido. Em Portugal, assim não foi. Dinis, o Rei Lavrador, “tirou da cartola” a Ordem de Cristo, e os cavaleiros de São João perderam poder até ao reinado do “Africano” Afonso V que os relançou e muito beneficiou. Se acaso ainda o não era enquanto serviu o irmão e o Cabido de Tui, por certo Pedro Madruga cavalgou nas hostes das milícias do hospital, ao cair nas graças daquele rei português, de quem teve sempre o maior apoio e amizade.
Qualquer que tenha sido o percurso do futuro Conde de Caminha entre os anos 50 e 60 do século XV, teve de fazer prova da nobreza “a foro de Espanha” dos seus quatro costados, para poder ingressar como cavaleiro secular na referida Ordem, conforme bem esclarece Fernando Gonzalez-Doria no Diccionario Heráldico y Nobiliário, tratando da “Orden Militar de San Juan de Jerusalén”. Os Soutelo dificilmente cumpriam os requisitos, e os Colón eram essencialmente carpinteiros e mareantes.
Um acordo de linhagem pode bem ter sido o ponto de apoio desta mentira tão fundamental. Álvaro Paes, o último herdeiro legítimo e representante da estirpe dos Alvares de Soutomaior, de Toroño, que senhoreavam, ainda e sempre, o solar de onde brotou a casta, conviveu largo tempo na sua infância e adolescência, com seu parente Alfonso, o filho favorito do Mestre de Alcântara D. Gutierre de Sotomayor. Seriam bem próximas as suas idades, e ambos cresceram na Corte, enquanto donzéis de João II de Castela. É o professor universitário de Córdoba Emílio Cabrera Muñoz quem afirma, na página 180 do seu estudo El Condado de Belalcázar (1444-1518), que durante os anos 50, época do seu estratégico enlace com D. Elvira de Zúñiga, Alfonso se passou a apelidar “Alvares” de Sotomayor, facto que o académico atribuía a uma homenagem de Alfonso ao sogro, D. Álvaro de Zúñiga, Conde de Plasencia.
Outra leitura dos factos, permite entrever uma procura de paridade na legitimidade dos Sotomayor da Extremadura, face aos seus homónimos da Galiza. Como moeda de troca, reforçavam-se os Soutomaior de Tui, conseguindo para o seu bastardo Pedro Álvares, a entrada na Ordem de São João, validada num parentesco próximo, tacitamente aceite entre ambas as linhagens, mas sempre envolto em confusa neblina, como o próprio Vasco de Aponte nos transmite na sua Relación dalgunhas casas e linãxes do reino de Galiza, na página 120 da edição de 2008 de Clodio González Pérez, relatando o que sobre esse assunto se conhecia na época, da seguinte maneira: “(…) Pedro Alvarez de Soutomaior era bastardo natural que o tivera seu pai Fernán Eáns dunha irmã, curmá ou sobriña da condesa de Ribadavia, a que morreu a lanzadas”.
José Garcia Oro na obra supra-citada, revela, por acréscimo, que entre os Soutomaior e os Zúñiga existia uma relação de parentesco muito próximo, documentando nas páginas 95 e 222, respectivamente, que Álvaro de Soutomaior se dirigia a D. Pedro e a D. Juan de Zúñiga, de Monterrey, com o tratamento de “mi Señor tio”. Por maioria de razão, deve concluir-se que da mesma forma consideraria a condessa de Santa Marta (Vasco de Aponte chama-lhe erradamente “de Ribadavia”), D. Teresa, irmã destes. Esta situação prova, por si só, que a Pedro Madruga, irmão de Álvaro, bastava ser filho de Fernánd Yáñez de Soutomayor, para também ser visto na sua época como sobrinho da Condessa de Santa Marta. Não precisava de ser filho bastardo de uma qualquer “Zúñiga”, não documentada nas genealogias, como muito bem anota Salazar y Castro à margem do testamento do primogénito do Madruga, também chamado Álvaro, documento datado de 1491, em que o testador menciona o sepulcro de sua suposta avó, na igreja do Convento de São Domingos de Tui: “(…) de dicho Monesterio de S. Domingo onde está enterrada la dicha D.a Constanza de Zúñiga mi abuela”. Equivocava-se Álvaro, ou enganara-o seu pai, bem como aos outros seus irmãos. No mosteiro em que Pedro Madruga se criou e que tão bem conhecia, está de facto sepultada uma dama, ao lado da arca tumular de um Soutomaior: só que se chamava Inês Álvares e foi mãe do segundo João Fernandes de Soutomaior, Bispo de Tui, conforme opinião de Suso Vila, no livro já citado, páginas 351 a 353.
A propósito ainda da suposta mãe do bastardo Pedro Álvares de Soutomaior, cabe nestas linhas a opinião de Rodrigo Cota, baseado na seguinte passagem do testamento de Fernánd Yáñez: “Yten mando q den ala madre del dicho Pedro mi fizo bastardo por el cargo q della tengo docientos frolines de oro y dela dicha ley y cuño de Aragon.” Baseado na equivalência do florin de ouro em relação ao maravedi, moedas correntes no tempo de Enrique IV, o autor de Colón, Pontevedra, Caminha, estima o valor legado, em 14 000 maravedis, magra quantia para um Soutomaior doar a uma Zúñiga, à laia de dote; “más bien parece la cantidad que se entrega como ayuda a una mujer sin linaje alguno ni gran fortuna”. Tomemos como ponto de comparação que o dote de uma nobre casadoura por essas datas, valia cerca de cinquenta vezes mais, como se deduz do contrato de casamento de Mecia Sarmiento com seu primo Francisco, filho dos Condes de Santa Marta.

Estreita era a relação entre os dois ramos dos Zúñigas: o de Monterrey e o de Plasencia. Após a referida morte prematura da condessa viúva de Santa Marta, em 1470, ficou órfão o pequeno Bernardino, cuja tutela, segundo Garcia Oro (página 105) logo foi atribuída ao Conde de Plasencia D. Álvaro de Zúñiga, sogro, como acima se viu, de Alfonso “Alvares” de Sotomayor. Informa Emílio Cabrera Muñoz no já mencionado estudo sobre o Condado de Belalcázar, páginas 182 a 186, que este Alfonso, por sua vez, também morreu cedo, em 1464, cabendo a tutela dos seus filhos à mulher, Elvira, e ao irmão desta, também chamado Álvaro de Zúñiga, Prior da Ordem de São João do Hospital em Castela.

Admita-se pois, à guisa de conclusão, que a este Álvaro poderá ter ficado a dever o então ainda eclesiástico Pedro Álvares de Soutomaior, a sua ascensão a cavaleiro da Ordem de São João do Hospital, após o necessário processo de admissão, devidamente sancionado pelos testemunhos dos Zúñiga de Monterrey e Plasencia, jurando um nebuloso parentesco capaz de garantir ao futuro Conde de Caminha, nobreza dos quatro costados.

113 comentarios sobre “Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes (I) – o tempo de provar nobreza”

  1. primero decir que me parece un buen artículo de investigación, por le cual le felicito:
    Dicho esto me asaltan algunas dudas del artículo, que la verdad no tengo claro que sean importantes o no, pero las voy a poner por si se pueden aclarar:
    1º Esta simplemente es una puntilla, los Florines Aragoneses de la época no esta claro su equivalencia en maravedis, depende de la fuente que leas te encuentras con que el cambio del Florin Aragonés de 3,50 gr y 24 quilates tenía un valor de equivalencia de 75 maravedis con lo cual los 200 florines d doro aragoneses serían unos 15.000 maravedis, aunque también había el Florin Aragones de 18 quilates y 3,40grs, que evidentemente tendría una equivalencia menor. Etc
    2º En cuanto a la pertenencia de Pedro Madruga, a la Ordem de São João do Hospital, y su herencia nobiliaria de los cuatro costados, seguimos partiendo de supuestos, tenemos por un lado personajes de los Zuñiga y de los Sotomaior que avalan la inclusión de Pedro Madruga, por otro que según parece Alvaro de Soutomaior, hermano de Pedro Madruga, se dirigia a D. Pedro e a D. Juan de Zúñiga, de Monterrey, com o tratamento de “mi Señor tío”, pero no me queda clara la relación de parentesco que hay entre los dos personajes Zuñiga, D. Pedro y Juan, digo esto por la forma de decir mi señor tío ¿a cuál de los dos estaba dirigida?
    3º Por otra parte tenemos que los hijos de Pedro Madruga hablan de su abuela como Constanza de Zuñiga, enterrada en el Monasterio de Tui, pero que según las fuentes consultadas no existe tal tumba
    4º En relación a esto se me ocurre una pregunta: ¿Sería necesario para los hijos de Pedro Madruga, en el caso de queden entrar en alguna orden, la demostración de la existencia de su abuela?, no les bastaría con la de su padre y su madre Teresa de Tavora
    5º Tampoco me queda claro si existió Constanza de Zuñiga, es decir, existió y se presto al engaño para introducir a Pedro Madruga en la orden o no existió y simplemente lo utilizaron los Zuñiga para beneficiarse del apellido Soutomaior
    6º Si admitimos que Constanza de Zuñiga fue un invento para poder entrar Pedro Madruga en la orden y demostrar su nobleza por los cuatro costados, me asalta otra duda y es que para Alfonso V de Portugal, cuando nombra a Pedro Madruga Conde de Caminha, le sería necesario que fuera noble por los cuatro costados o al ser otro país ya no necesitaría la nobleza española por los cuatro costados
    7º por último y en este tema de la personalidad de Cristóbal Colón, puede ser factible que sea Pedro Madruga, aunque para mi sigue habiendo puntos débiles, que pueden venir originados por mi desconocimiento sobre el tema. Pero llevo mucho tiempo dandole vueltas a un documento y es el siguiente:
    A nadie se le ha ocurrido pensar, o al menos no me consta, que el documento de Cristobo Colón encontrado por Celso García de la Riega pertenezca al autentico Cristóbal Colón, el documento data de 1496 y habla de la heredad de Cristovo Colón, D. Celso lo descarto diciendo que evidentemente no podía ser el mismo personaje alegando lo siguiente:
    No parece aceptable la interpretación de que en aquella fecha viviese en Pontevedra una persona con tan notable nombre; lo más razonable es presumir que dicha heredad conservaba como denominación popular, según costumbre muy general aún existente, la de un propietario antiguo que se distinguió por cualquier concepto, á no ser que algún individuo de la familia, ya fallecido, hubiese dejado la heredad en su testamento á su pariente Cristobo y alguien la tuviese en administración por ignorarse el paradero del favorecido, pues nadie podía sospechar que tal vez fuese el italiano Cristóforo Colombo, genovés y descubridor de las Indias Occidentales.
    Supongamos lo primero: lo más razonable es presumir que dicha heredad conservaba como denominación popular, según costumbre muy general aún existente. Esto que podría significar que Cristóbal Colón era personaje conocido desde hace tiempo en la vila, el caso es saber cuanto tiempo atrás, ya que de ser por ej de 1450 resultaría que Pedro Madruga ya era conocido como Cristóbal Colón o que Cristóbal Colón era un personaje real diferenciado de Pedro Madruga
    Segundo: la de un propietario antiguo que se distinguió por cualquier concepto, en este caso volvemos a encontrarnos con el mismo criterio que antes
    Tercero: á no ser que algún individuo de la familia, ya fallecido, hubiese dejado la heredad en su testamento á su pariente Cristobo y alguien la tuviese en administración por ignorarse el paradero del favorecido. Este sería muy interesante ya que nos encontramos primero con un pariente que le le deja la herencia, que del beneficiario no se sabía el paradero, esto provoca unas ideas interesantes ya que demuestra que el no saber el paradero vendría dado por desconocimiento en 1496 del paradero de Cristóbal y enlazaría con la pretensión de Cristóbal de ocultar su origen, pero aún demostraría lago más que Cristóbal Colón era un personaje auténtico que no necesitaría el darse otro nombre, es decir, Pedro Madruga

    En fin no quiero alargarme simplemente dejo esto para debate o para quien quiera perder algún tiempo en leer mis reflexiones, a todo esto es muy posible que haya interpretado mal el portugués y me haya equivocado en el entendimiento del texto, en tal caso pido disculpas a Antonio Pedro

    Saludos

  2. Obrigado pelo interessante comentário.
    Respondendo às suas questões:
    -(2º)D. Juan e D. Pedro de Zúñiga eram meio-irmãos, filhos ambos de D. Diego López de Zúñiga. A mãe do primeiro era D. Elvira de Biedma e a do segundo D. Constanza Barba. O documento citado por José García Oro diz textualmente «mi Señor tio Juan de Zúñiga».
    -(4º)Esse é precisamente o caso do comendador D. Diego de Soutomaior. Para ingressar na Ordem de Alcântara teve de provar nobreza dos 4 costados, o que explica a sua insistência e a das testemunhas, em referir o suposto nome da avó paterna.
    -(5º)Sobre Constanza de Zúñiga escrevi um extenso ensaio que está em vias de ser publicado em Portugal. Logo que isso aconteça (meados de Novembro), é minha intenção publicá-lo aqui (provavelmente em Dezembro), pelo que se quiser aguardar, estou certo que representará um passo adiante na resposta às suas dúvidas.
    -(6º)O condado de Caminha foi uma mercê do rei de Portugal a Pedro Álvares de Soutomaior. Como tal não necessitava de provas de nobreza para o atribuir. A Pedro bastou ser legitimado, filho de nobre, e senhor da Casa.
    -(7º)Enquanto não houver provas de ADN, estaremos sempre no domínio das possibilidades. Neste momento, na minha modesta opinião, a hipótese Pedro Madruga tem ainda que ser esgotada, e por isso lhe tenho dedicado toda a minha atenção. Não se pode dizer, no entanto, que seja infalível! No entanto, o futuro só lhe poderá trazer 2 desenlaces possíveis: sim ou não. Se for verificada esta última, então esse documento da «heredad de Cristovo de Colón» deverá ser primordial para o Colón Galego.
    Interpreto-o da seguinte forma: em 1496 o pedaço de terra referido pertencia a um indivíduo chamado Cristovo de Colón, o qual era conhecido em Pontevedra. Não era nome antigo que ficara à herdade. Portanto antes de 1496 teriam coexistido um Pedro Madruga e este Cristovo de Colón.
    As suas hipóteses 1 e 3 são complementares e ambas dignas de crédito. Não excluem no entanto que Madruga fosse Colón, e este Cristovo assim se chamasse por mera casualidade.
    Por isso é que insisto na hipótese Pedro Madruga. Mas se um dia esta for comprovadamente descartada, então aposto nesse Cristovo, e mais lhe digo que provavelmente seria marinheiro ao serviço dos Soutomaior, e se terá tornado um criado da confiança de Pedro Álvares, com quem esteve em Portugal e passou a Castela em Janeiro de 1486. A semelhança de percursos entre o Soutomaior e o Colón assim o deixam conceber.
    Cumprimentos

  3. Interesantes comentarios

    Como dice Antonio Pedro el ADN será lo resolutivo en cuanto al personaje, y tanto salga positivo o no, hay muchas preguntas que seguirán siendo un misterio, mientras tanto, si esperamos por él resultado igual lo hacemos toda la vida, entiendo que hacerse preguntas como lo hace Guillermo es lo más exigible si no nos queremos parecer a otros.

    Al igual que un software que quiere salir al mercado, hay que tratar de reventarlo y trastearlo para conocer sus defectos y asegurarse el éxito futuro.

    Pedro Madruga aguanta muy bien las continuas embestidas, pero hay dudas que suscitan preguntas como las de Guillermo y una de ellas es la madre de Pedro Madruga que sabiendo quien era en realidad nos puede unir a los Colón de Pontevedra con los Sotomayor, los que queremos saber con sincera honradez la verdadera identidad de Cristóbal Colón, estamos todos impacientes por la publicación de Antonio Pedro y el seguro debate que suscitará. Sabiendo además de la calidad y rigor de todo lo que firma Antonio Pedro.

    No nos hagas esperar mucho, Antonio. ¿Cuando te publican el trabajo???

  4. Pues sinceramente no tengo claro que el ADN solucione algo, en cuanto a la identificación de Colón con Madruga, verás se sigue partiendo del supuesto de que Pedro Madruga era hijo de Constanza gonzalves de colón, el supuesto se basa en la lectura que hace Philiphot de los documentos 4 y 5 que de Celso García de la Riega en los que dice interpretar que la partícula goa es gonzalvez, pero también puede ser gomez, no se si philipot le encargo la transcripción a algún paleografía, pero como no sea así y lo haya interpretado él hay que tener sus dudas, date cuenta que si la madre no era constanza gonzalves de colón se le cae un gran elemento probatorio de l identidad de Colón con Pedro Madruga y en el supuesto de que no sea la madre el ADN no va a solucionar nada, solo confusión.
    Quizás Antonio Pedro pueda leer los documentos aullidos e interpretarlos, yo se los podría pasar con buena resolución, ya que están digitalizados

    Saludos

  5. Si el ADN certifica que Pedro Madruga es Cristóbal Colón, sí que soluciona mucho. Pedro Madruga tiene una biografía suficiente para reemplazar la del Colombo. Si esto sucediera habría que seguir preguntándose quien era la madre, y que relación tenía con los Colón de Pontevedra, si la tenía.

    En este tema hay que esperar a Noviembre, hasta entonces no veo manera de aclarar nada.

  6. Existem na Galiza 3 sepulcros onde eventualmente ainda possa existir material genético dos Soutomaior: Santo Domingo de Pontevedra e de Tui, e a capela de San Andrés na catedral tudense. A análise do cromossoma «Y» recolhida nesses locais, poderá estabelecer um padrão «Y» para os Soutomaior, e consequentemente para Pedro Madruga.
    A comparação desse resultado com o já existente de Colón, permitirá decerto resolver a questão. Se houver correspondência clara é porque Colón partilhava do cromossoma «Y» dos Soutomaior. Se não houver, então Colón e Madruga não eram de facto a mesma pessoa. Não pode haver um meio termo, ou outras interpretações.
    O problema da identificação da mãe de Pedro Madruga, relativamente ao ADN é irrelevante. O que interessa é a linha masculina.
    Quanto à leitura de «Gonçalves» ou «Gomez», confesso que não tenho grande experiência ou sequer maiores aptidões em paleografia. Posso tentar, mas não garanto que possa trazer algo de novo ao debate.
    Cumprimentos

  7. Fernando en esto creo que te equivocas, la teoría de Pedro Madruga y Colón tiene como base la madre de Madruga, si este principio falla y realizas el analisis del ADN estarías realizando la casa por el tejado, creo que para realizar el analisis del ADN hay que tener claro al personaje, es dcir, con quien cotejar dicho analisis ya que en caso de salir negativo sería muy dificil explicar el Colón gallego con otro personaje gallego, creo que es muy arriesgado.
    Creo que la teoría de Madruga y Colón tiene fuerza y aspectos muy positivos, pero también creo que tiene aspectos débiles.
    Me resulta un tanto dificil el mantener un secreto de estado durante tantos siglos, máxime teniendo en cuenta la cantidad de embajadores europeas que había en las corte española, al igual que en las otras de Europa, entre estos embajadores estarían los espias de Portugal que conocian muy bien a Pedro Madruga, esto se refleja sobre todo por el temor que les tenían los Reyes Católicos por ejemplo cuando se transcribe el libro de abordo del primer viaje, los reyes le dicen a Colón que han tardado tanto en copiarlo y que lo copiaron dos personas, Las Casas Y Fernamdo Fonseca, por temor a los embajadores portugueses y por supuesto Pedro Madruga también era conocido por otros embajadores.
    Por otra oarte los Reyes Católicos eran conocidos por perdonar a sus enemigos pero a cambio obtenian de ellos una serie de concesiones que les resultarán beneficiosas, resulta extraño que perdonaran una primera vez a Madruga y que éste se negara y que luego le otorgaran el viaje a cambio de un secrto de estado y con una identidad nueva.
    También hay inconvenientes con las fechas, cuando Madruga defiende Pontevedra del asedio de Fonseca y Ladron de Guevara en Otoño de 1496 y que se consiguio la tregua en primavera de 1477, teneiendo en cuenta que en el medio esta el viaje de Colón a Thule Febrero de 1477 y en primavero Madruga fue prisionero de Pimentel, este periodo es muy forzado para que los dos personajes sea el mismo
    A la vez tenemos que Felipa muñiz se une a Colón en 1479 y se va a Madeira, se supone a Felipa Moñiz prima de Teresa de Tavora, no importa el grado, pero lo que si importa es que madruga en dichas fechas esta defendiendo sus territorios hasta 1482 y en el medio el viaje a la Mina de Colón.
    Por otra parte tenemos a un Anfonso V, rey de Portugal muy católico y muy influenciado por el Vaticano, pendiente de la anulación Papal de su matrimonio con Juana y a la vez consiente de Madruga se case o sea amante de Felipa y tenga un hijo con ella, viviendo aun Teresa de Tavóra prima de Alfonso en Caminha.
    Luego están las contradiciones en fechas de la llegada de Colón a la Rábida que no están claras y que se solapan con ciertas fechas de Madruga.
    En fin por terminar creo que hay situaciones de estos dos personajes que están forzadas y que no parecen claras. También resulta extraño que un hombre que era un guerrero y sanguinario fuera luego en la vida de Colón tan religioso, aunque Colón tampoco era un santo, pero puede ir más con la personalidad de Colón que de madruga, Colón era un temerosos de Dios com todos los exploradores de la época y que no sabían a que se enfrentaban y que luego con el descubrimiento se embebio de autoridad creyendose enviado por Dios.
    Bueno dejo aquí parte de mis reflexiones sobre Colón y Madruga o viceversa

  8. Que propones?, no hacer la prueba de ADN y estar por siempre jamás defendiendo coincidencias e indicios, esperar convencer a alguien con ello, vivir de una teoría para siempre. Quizás tú si quieras que todo continúe igual por siempre jamás, pero no puedes pretender que los demás vayan a aceptarlo sin más, borrar al Cristóforo Colombo de los anales de la historia proponiendo una teoría que solo apunta a que Colón era gallego, pero que no nos dice quien era.

    Guillermo, la prueba de ADN se hará más tarde más temprano, si no es por unos, será por otros.

    Entiendo que si consideras que Pedro Madruga no es el candidato acertado, una prueba con resultado negativo tendría consecuencias negativas. No sé que perderíamos, como si tuviéramos algo, aquí los únicos que pueden perder son los genoveses, son los únicos a quienes les interesa no mover nada.

    El ADN es fundamental para saber quien era Colón, sin necesidad de contarle un rollo a nadie.

    Saber quien era la madre de Pedro madruga, sobre todo sirve para aquellos que quieren saber quien era Pedro Madruga, independiente del ADN.

    A un genealogista/historiador, también le sirve para seguir el rastro dentro de la oscuridad que rodea a los hechos históricos.

    La madre de Pedro Madruga puede enlazar con los Colón de Pontevedra, lo cual sería muy interesante, o puede que no, lo cual habría que seguir preguntándose quien eran esos colones. Tú me dirás, eran los parientes de Colón por eso llevan su mismo apellido, y yo te diré que ¡NO!, Colón lleva el mismo apellido que Fernando Colón dijo que llevaban sus parientes tío y sobrino, me refiero a los Corsarios, los mismos que lucharon junto a Pedro Madruga contra los ilegítimos reyes Fernando e Isabel.

    Si la madre de Pedro Madruga no tiene nada que ver con los Colón de Poio, los Colón de Poio no tienen nada que ver con Colón descubridor, quizás eso te preocupe, pero el ADN negativo te puede dejar como hasta entonces, no tiendo el miedo a una prueba de ADN, los que tendríamos que estar preocupados somos los Philippotistas o Madruguistas, y sin embargo somos al parecer los más interesados ¡curioso!.

    Metiéndonos ahora en si Dios existe o no existe:

    Dices que no entiendes que Pedro Madruga escondiera ese secreto durante siglos, y yo no entiendo, estamos hablando de esto 500 años después por qué Colón quiso esconder un secreto, ¿pero puedes entenderlo en el caso de ser Judío?. ¿Acaso consideras que Colón obró de buena fe y la mala fortuna borró cualquier rastro de su pasado?.

    ¡Cambio de identidad! Hasta el propio Cristóforo Colombo tendría que cambiar de identidad para codearse con los Reyes. Si Colón fuera en realidad Judío, también tendría que cambiar de identidad. El cambio de identidad es incuestionable, lo dice su propio hijo. No conozco libro alguno que no admita una intencionalidad palpable por parte de Colón, sus allegados y familiares para emborronar su pasado y procedencia, tal es así, que podríamos decir que si Colón hubiese dicho que era gallego, habría que considerarlo mentira e incierto, lo que me hace preguntarme ¿por qué eligió el nombre de Colón?, bueno, a lo mejor él no, que nunca lo usó.

    ¿Por qué dices que Pedro Madruga estaba en Pontevedra, cuando la asedió Ladrón de Guevara?. Este dato sería muy interesante, de ser cierto. El viaje a Thule que confirma el propio Colón, coincide con el viaje a Francia e Inglaterra de Casanove Collon y Alfonso V.

    ¿En primavera de que año fue hecho prisionero? te sale justito pero te sale, pero ¿por qué das a entender 1477 y no 1478?

    Guillermo, si eso que das por cierto, lo puedes demostrar con buenas fuentes, seguro que muchos estaremos muy interesados en verlo, nos ahorraría bastantes rompederos de cabeza.

  9. Por cierto, lo de la Rábida a finales de 1485, ni siquiera principios de 1486, no encaja para Colón, alguien se lo inventó y ahí quedó. Demuéstrame que Colón estuvo en la Rábida en esa época.

    Pero creo que sería tema para abrir un foro en un grupo, si quieres lo abrimos.

  10. En primer lugar,felicitar por el artículo a Pedro..

    En segundo lugar una puntualizacion:

    en cuanto a la duda de si no pudiese ser la misma persona Cristobal Colon y Pedro Madruga,mi pregunta es :

    ¿no os parece suficiente el veredicto de los grafistas/grafólogos al comparar los escritos de Pedro Madruga y Cristobal Colon que deducen que es la misma persona? yo para mi,este es un punto tanto casi importante como cuando se compruebe el ADN..

  11. Creo que no has entendiod o me has entendido mal, yo en ningún caso he planteado que no se haga la prueba del ADN, pero creo que es mejor estar seguro antes de hacerla, tampoco pretendo que los demás no la hagan y efectivamente de momento no considero a Pedro Madruga el candidato más acertado,pero no te equivoques no es por que no crea en ella es por que creo que esta pillado por los pelos, me parece mejor Pdero Madruga que Colón a secas.
    Si Constanza no es su madre de donde salio el apellido que utilizo madruga?
    Los colones de aqui ya se le ssupone que proceden del apellido de la Gascuña cuando el Duque de lancaster sitio Pontevedra.
    No confundas esconder su identidad con Pedro Madruga, lo que digo es que me parece un tanto extraño que se ocultase la identidad de Colón sin relacionarla con Pedro Madruga, los secretos de estado acaban saliendo a la luz más tarde o temprano y 5 siglos me parece mucho para un secreto de estado de un personaje que conocia casí toda la corte, lo de ser Judio o no tampoco lo tengo claro pero en cualquier caso sería más facíl esconderlo que a un noble gallego conocido por todos.
    Relamente puedes suponer que Pedro Madruga se marcha de Pontevedra cuando esta siendo asediado por los Castellanos y Fonseca, con Alfonso V que se quedo en Francia en un convento mientras esperaba la entrevista con Luis de Francia y se va a comprobar a Thule sus investigaciones marinas y cartográficas, te parece un comportamiento real de un noble que puede perder todas sus tierras?

    Fuentes: La Galicia de Vasco de Aponte: los pleitos del arzobispo Tabera contra los linajes de la Tierra de Santiago
    César Olivera OLIVERA SERRANO Univesidad Complutense. Madrid

    Y Fernado yo no soy importante en este tema que genera tanta susceptibilidad, ni me gusta la violencia verbal ni la escrita, ni que se me otorguen ideas que no tengo, quizás la culpa es mia pero no pretendo ser la continuación de Celso García de la Riega, por tanto me retiro de esta polémica que la final genera confusión y malos rollos

    Saludos

  12. Respondendo a Sonia:
    A própria autora do estudo, Teresa Legarreta, traça o caminho correcto, ao concluir dizendo que «(…) com el fin de asegurarnos de que son la misma persona, o descartarlo definitivamente, deberemos continuar las investigaciones desde diferentes puntos de vista.»

    Respondendo a Guillermo:
    As provas de ADN só irão comprometer a teoria «Colón-Madruga», nunca a do «Colón Galego». São teorias autónomas que se podem ou não completar, conforme os resultados.
    As suas dúvidas perante a questão fazem sentido e refletem a posição de muitas pessoas interessadas no assunto. Por isso lhe disse na 1ª resposta, que o tema Pedro Madruga ainda não está esgotado. É necessário insistir na sua justificação, e comprová-lo no que for documentalmente possível.
    Seja como for, e com toda a humildade, deixo aqui uma ligeira correção aos factos: o assédio a Pontevedra terminou a 24 de Outubro de 1476, conforme regista José Garcia Oro. Depois, seguindo a Vasco da Ponte, o Conde de Caminha esteve um tempo «moi prosperado» até à participação no cerco da Coruña que decorreu entre Fevereiro e Abril de 1477.
    Cumprimentos… e não nos deixe sem a sua opinião. Ela é importante.

  13. Yo no he visto susceptibilidad ni violencia escrita, creía que se estábamos exponiendo puntos de vista distintos sobre un mismo asunto y francamente no veo en ello nada de malo y mucho menos mal rollo de ningún tipo, al menos por mi parte. Me estaba pareciendo un debate interesante no muy distinto en el fondo y en el modo de los que hemos mantenido por teléfono y en persona.

    Te entendí que Pedro Madruga no te parece el candidato adecuado por ello mejor no hacer el ADN ya que no hay otro candidato, pero no estás en contra de hacer el ADN.

    Yo entiendo que haciendo la prueba de ADN es la mejor manera de descartarlo. Tu propones hacerlo con argumentos en contra, a mí no me parece mal, solo te quiero resaltar que has dado datos por ciertos cuando no se pueden demostrar.

    Si la madre de Madruga no estaba vinculada a un Colón (yo creo que sí), el apellido vendría por su parentesco con Casanove Colon, Almirante del rey de Francia.

    En ese libro que nombras, Vasco de Aponte, te dice que hacía Madruga cada vez que tenía problemas, escapaba a Portugal, su pariente Casanove Colón se escapó a Portugal cuando llegó Ladrón de Guevara y luego protagonizó la batalla de cabo San Vicente, donde se supone que apareció Colón agarrado a un madero. El viaje a Thule coincide con el que hizo Alfonso V, en plena guerra como él. El 15 de noviembre de 1477 Alfonso V llega de su viaje al norte, habiendo partido a principios de año.

    Dices: Relamente puedes suponer que Pedro Madruga se marcha de Pontevedra cuando esta siendo asediado por los Castellanos y Fonseca, con Alfonso V que se quedo en Francia en un convento mientras esperaba la entrevista con Luis de Francia y se va a comprobar a Thule sus investigaciones marinas y cartográficas, te parece un comportamiento real de un noble que puede perder todas sus tierras?

    Si puedo:

    ¿Alfonso V se marcha en plena contienda y Pedro Madruga no puede hacerlo???

    Si Alfonso V necesitaba apoyo, Pedro Madruga también, el viaje les ayudaría a los dos a reconducir la guerra. No creo que Pedro Madruga se quedara enrocado entre unas murallas esperando que escampase, la guerra con su victoria o derrota se estaba librando en Castilla, no en Pontevedra. Eso no quita que mandara defender las plazas.

    ¿Estás seguro que Colón llegó a Thule???, la mayoría de los historiadores lo desmienten por la descripciones exageradas que da de las mareas y por no ser transitable en esas épocas por estar el mar congelado. Si creen que tuvo que escuchar en algún puerto del norte, que en algunos meses del año el viaje era posible.

    El asedio a Pontevedra no cuadra, Vasco de Aponte no da fecha y esta carta se supone posterior a los sucesos, estamos hablando de mucho antes del otoño.

    Los reyes el 16 de Febrero de 1476 a Ladrón de Guevara: “por cuanto por nuestra parte vos fue mandado que, como bueno e leal subdito e natural nuestro, vos redujeses a nuestro servicio e ficiesesdes toda guerra e mal e dapno al dicho Colón, corsario, e le prendiesedes e tomasedes cualesquiera naos que toviese, las quales el había robado a nuestros subditos e naturales, e ficiesedes sobre ello todo vuestro poder, e vos, como bueno e leal e fidelidad que nos devedes, pusistes en obra, e trabajastes por prender al dicho Colón, e peleastes con sus gentes, e feristes e matastes mucha della en el puerto de La Coruña, e le tomastes dos naos que le pudistes aver, e prenderiades se podierades al dicho Colón”.

    — Y Pedro Madruga se cree que fue hecho prisionero a mediados de 1478. —

    Y en ese momento … ¡Aparece Colón! para desaparecer hasta 1486 justo cuando desaparece Pedro Madruga.

  14. Me ha parecido muy inteligente lo que ha comentado Antonio Pedro de Sotomayor,de que el tema del ADN seria mas bien en cuanto a la relacion Colon/Madruga antes que de Colon/Gallego..

    es decir caso que fallara la relacion entre Colon y Madruga,no quita de que se mantenga la tesis de un Colon GALLEGO..por lo tanto investigaciones e indagaciones nos queda aun por hacer tanto por un lado como por otro..

  15. Veamos ahora resulta que se discute la fuente del propio Colón cuando dice que en Febrero de 1477 viajo a Thule, entonces surge la pregunta cuando hay que creerle? Cuando dice por ejemplo que dejo atrás a 10 hijos en la carta que envió a Diego o cuando dice que el no fue el primer Almirante de su familia.
    En cuanto a la condiciones climáticas de la época no son las mismas que las de ahora, ya que por Ejemplo Groenlandia no estaba tan congelada y tenía un clima más bondadoso.
    Lo de los datos ciertos o no están aparcados en los dos posturas, el mayor problema de Colón-Madruga son las fuentes ya que no son todo lo fiables que cabría esperar y después esta lo que interpreta cada uno ya que no estamos jugando con certezas sino con especulaciones y coincidencias, por ejemplo lo de cuando fue preso, todos los madruguistas lo dabais por bueno, resulta que ahora se pone en duda y lo desplazas a 1478.
    Tampoco acierto a entender lo del apellido, yo creo que tiene su importancia y es fundamental que le des un origen, ya sea casanove o no el apellido Colón lo tuvo que obtener de Pontevedra, Pedro Madruga nació en Pontevedra o alrededores y entre otras cosas si no llega a ser por el apellido Colón ni tu ni yo estaríamos hablando ahora de esto ya que todo esto del Colón gallego empezó por un apellido en un documento.
    Ahora resulta que tenéis una carpeta separada para el Colón gallego y otra para Pedro Madruga- Colón, me parece correcto pero entonces afianzar la información antes de que las pruebas ya no den posibilidad de ir marcha atrás.
    Si argumentáis que el ADN es la mejor solución para identificar a Pedro Madruga Colón, yo esto lo haría como solución final, lo mejor que podríais hacer es ir por campo seguro, me explico, el ADN de la urna de Cristóbal Colón no es seguro, teniendo en cuenta su historia, empezamos con que la mujer de Fernando Colón se encargo de trasladar el cadáver a escondidas desde Sevilla a Sto Domingo, para ello mando desmembrarlo, desde Sto Domingo se traslado a Cuba de Cuba otra vez a Sto Domingo y finalmente a Sevilla, en la urna solo había un número pequeño de huesos, lo cual parece indicar que la urna se abrió, ya sea sin querer o queriendo, lo cual deja en el aire que sean los propios huesos de Cristóbal, si en realidad queréis analizar el ADN la forma más segura es analizar el cromosoma Y de un hijo de Pedro Madruga y el cromosoma Y de un hijo de Cristóbal Colón, si son iguales ya no hay duda posible, en el otro caso ya salga a favor o en contra siempre habrá dudas de que sea el ADN de Cristóbal.
    La desaparición de Pedro Madruga puede interpretarse de otra forma, sería muy posible que los Reyes Católicos lo mandaran matar y hacerlo desaparecer, el motivo sería no crear un mártir para Galicia, los Reyes Católicos se estaban afianzando en Galicia tenían al Obispo Fonseca de su parte, alguna nobleza de su parte y al mismo hijo de Pedro Madruga como Sotomayor, lo que menos les podía interesar sería que cierta nobleza que siempre apoyo a Pedro Madruga se revelase ante la noticia de su muerte, ya que ellos estaban muy ocupados con la conquista de Granada y no podían desdoblar ejercito, y además podrían estar de acuerdo con la familia Madruga y por tal motivo no reclamaron el cuerpo ni el testamento, puestos a especular esta podría ser una explicación.
    Por otra parte pasáis de puntillas con Colón en su época portuguesa, es complicado aclarar como Pedro Madruga se pudo casar o ser amante de Felipa Muñiz y a la vez estar casado con Teresa de Tavóra, prima de Alfonso V, además de tener un hijo con ella, aparte de esto hay que tener en cuenta que Alfonso V era muy religioso, de hecho acabo en un convento y por si era poco estaba pendiente de la anulación o no, por parte del Vaticano, de su matrimonio con Juana la hija de Enrique IV.
    Otro punto a aclarar sería el porque Joao II le llama, en la carta dirigida a Colón cuando estaba en Castilla, Colón y no le nombra como Pedro de Sotomaior o Conde de Caminha, puesto que era una carta personal no entiendo el motivo de dirigirse a él como Colón y no como Conde de Caminha, teniendo en cuenta además que en la carta le pedía que volviera y le perdonaba lo que hubiere de perdonarle, en este caso sería mejor dirigirse a él con todo el respeto y protocolo y si en realidad era Pedro Madruga que mejor que el trato diferencial de noble.

    Seguiremos

  16. Hola una pequeña opinion:

    En cuanto a la relacion de las «mujeres» de Madruga y Colon..

    Si partimos de los datos «oficiales» de lo que se ha contado sobre la vida de las mujeres de ambos personajes tenemos :

    -Colon ,en España, con Beatriz Enriquez de Arana tuvo a Fernando etc,etc….y tenia un hijo,Diego,cuya madre era Felipa de Muñiz ….

    -Pedro Madruga estuvo casado con Teresa de Tabora y tuvo 9 hijos,etc,etc,y etc….

    Entonces si profundizamos mas un poco en el tema tenemos varias conclusiones:

    – que de Cristobal Colon empezamos a saber mas o menos el 100 por 100 de su vida cuando en 1492 en adelante..y POCOS DATOS en años anteriores(solo algo negocios con los reyes,de que tuvo un hijo de Felipa Muñiz,estancia en monasterio Rabida,etc..) ..pero de aqui mas para atras desconocemos su vida anterior..

    -que Cristobal Colon NO QUERIA NI CONTABA que nadie supiese datos de su vida anterior,por lo tanto es factible,de que caso hubiese estado casado con Teresa de Tabora,pues pudo ser posible,solo que al no contar nada de su pasado pues da la sensacion de que no tuvo mas mujeres pero evidentemente sino sabemos su pasado,posibilidades hay muchas,y si es cierto que estuvo casado con Teresa no seria nada sorpendente..

    -que Cristobal Colon «huye» de Portugal con su hijo Diego,una vez fallecido la madre de éste,Felipa de Muñiz..pudiera ser,a parte de mas motivos,de su huida,de que huyera de Teresa de Tabora,al enterarse de su infidelidad con su prima y de tener un hijo..

    por lo tanto la posibilidad de que pudiese «Colon» haber estado casado con Teresa de Tabora,en un principio,y que luego ,mas tarde, conoce a la prima de esta,Felipa de Muñiz,tendria sentido si partimos de que «Colon» no contaba nada de su pasado..

    nota: una curiosidad personal que tengo:

    ..Es que como Teresa era un personaje muy influyente y allegada a la corona de Portugal,que quizás tuvo algo que ver con la «muerte» de su prima,y por eso Madruga «huyó» y «desapareció» con su hijo y se refugió,en el monasterio de la Rábida,como para poder tener proteccion y esconderse de alguna manera.y cambiarse de nombre,etc

    Y con los años le surgiria la idea del proyecto de las Indias..y que si presentó sus proyectos tambien a Portugal,pudo ser en la etapa cuando ya estuvo ya aqui,o mucho antes cuando estaba en Portugal y luego seguia manteniendo contactos con Portugal hasta ya el definitivo conlos Reyes Católicos ,etc..

    Por cierto leí en algun escrito,que Teresa descubrió su infidelidad de Madruga con su prima Felipa Muñiz,(no me acuerdo si lei también de que se enteró que tenia un hijo de Felipa)…Si esto es cierto pues entonces concuerda Madruga con Colon,ya que si Felipa tuvo un hijo,y tenemos dos datos :Colon tenia un hijo de Felipa,y Madruga tenia un hijo de Felipa,y Felipa solo tenia un hijo,pues :!tiene que ser la misma persona!..

    Saludos a todos..

  17. Vamos por partes:
    -em definitivo, a prisão de Pedro Madruga dá-se depois do dia 21 de Abril de 1477, data em que o corregedor dos Reis Católicos chega à Coruña para tomar posse da cidade em nome da Coroa. A retirada do Conde de Benavente acontece nos dias ou semanas seguintes, e é nesse âmbito que temos a prisão de Pedro Madruga. Ou seja, confirma-se como espaço temporal a «primavera de 1477». A libertação ocorreu pouco mais de um ano depois, a 9 de Julho de 1478, na Andaluzia.
    -quanto à viagem «ultra Tile», sabe-se hoje por outras fontes, ter existido de facto uma expedição conjunta luso-dinamarquesa que também ali se encontrou «CIRCA ANNUM 1476», e esse dado deve ser equacionado, uma vez que Colón estava em Portugal.
    -Teresa de Távora não era prima do rei Afonso V, ou sequer familiar chegada.
    -O rei Afonso V escreveu um tratado de alquimia. Desse modo, a sua religiosidade era muito particular e pouco afeta à ortodoxia oficial da Igreja. Digamos que mais seria um asceta, do que um católico penitente.
    Voltarei adiante.

  18. Lo de los encajes cronológicos están contestados y aclarados, no tanto por mí.

    Lo de la madre ¡insisto!, hay que esperar a ver la publicación de Antonio Pedro, mientras, yo me abstengo de opinar, otra cosa será después.

    No existe documento alguno que demuestre un matrimonio entre Moniz y Colón, relación fuera del matrimonio que otorga el tratamiento de «Natural» y no el de «bastardo», de ahí alguna confusión.

    La teoría primigenia es muy fácil de contar pero también de atacar, al contrario que la de Pedro Madruga que es muy engorrosa de contar y muy difícil de atacar. Prueba de ello, son los montones de libros que se escribieron en contra de una, por ninguno en contra de la otra. A mí me valen las dos y defiendo las dos puesto que son totalmente compatibles y una necesita de la otra.

    Pedro Madruga era lo que le faltaba a la teoría gallega, de hecho es lo que permite defenderse de los ataques petrificados que todos sabemos. Pedro Madruga nos ha permitido parar todo eso en seco y por primera vez.

    Puede que acabes convenciendo a algunos, que con Pedro Madruga llega y sobra, no será mi caso, y acabe entrando al trapo en terrenos que yo no quiero entrar, por supuesto, la toponimia y la lengua seguirían ahí.

    Si estuviera demostrado que Colón era Pedro Madruga no haría falta tirar el dinero en algo tan engorroso y costoso como el ADN, lo hay que hacer precisamente para eso, para salir de dudas. Sobran motivos que justifican una sospecha coherente. Si los expongo aquí esta respuesta sería interminable.

    El resto ya está contestado y lo considero aclarado.

  19. Solamente dos cosas:

    Primera: El ADN hay que hacerlo sí o sí, y en mi opinión sin excluir ni una única posibilidad. A miembros de la familia Sotomayor cercanos a la época de Colón, a Sotomayores vivos descendientes directos de Madruga, a vecinos de Porto Santo que ofrezcan la posibilidad de haber vivido ahí durante generaciones hasta la época de Colón, y hasta a algún Colón gallego vivo que pueda demostrar procedencia gallega en la época del Descubridor. Yo creo en la opción de Sotomayor, pero puestos a hacerlo, yo ampliaría el campo todo lo posible para cubrir todas las opciones, incluyendo a aquellas en las que no creo. No veo riesgo alguno en ello si lo que queremos es conocer la verdad.

    Mi opinión personal es que Colón era noble. Es mi opinión y la de todos los que tienen actualmente una tesis, salvo los genovistas. Una razón muy simple es su nombramiento como Almirante ANTES de haber descubierto nada. Sencillamente, no existe la posibilidad de que en aquella época un rey europeo se sentara a negociar un almirantazgo en una mesa con un simple marinero. Ni a negociar un almirantazgo ni a negociar ninguna otra cosa. Si alguien conoce un precedente, sería bueno que lo enseñara.

    ¿Qué significa eso? Que la única probabilidad de que los Colón de Poio tengan algo que ver con el descubridor pasa por Pedro Madruga o por algún otro noble que haya entroncado con esos Colón. De no ser así, a priori descarto a los Colón de Poio por la sencilla razón de que no eran nobles y Colón sí lo era.

    Hay temas cuya discusión simplemente carece de sentido. La relación de Madruga con Filipa Muñiz en el contexto de la tesis Colón-Madruga, por ejemplo. En primer lugar no existe constancia documental de que Filipa se haya casado con Colón ni con nadie. Pero aunque se hubiera casado, sólo demostraría que Madruga era bígamo. No pasaría nada, pues su nieto Luis Colón se casó con tres mujeres a la vez. Y no veo conflicto en que Madruga y Filipa fueran amantes. Creo que lo fueron. Un conocimiento superficial de los usos y costumbres de la época demuestra que era algo muy común, no sólo entre parientes de los reyes, sino entre los mismos reyes, entre cualquier miembro de la nobleza y entre todo el pueblo llano. Un vistazo a la genealogía de la época de cualquier familia elegida al azar nos demuestra que aparecen amantes por todas partes. Son discusiones estériles, como lo de si Colón fue o no fue a Islandia o a Groenlandis. No creo que fuera y sí creo que mintió.

    Colón mentía mucho a los reyes, siempre que le convenía, pero solamente en aquellos datos que los reyes desconocían, obviamente, porque no era tonto. Los reyes sabían si en la familia de Colón había almirantes, como sabían cuántos hijos tenía Madruga. Pero más difícil era que supieran si Madruga había viajado a Thule, eso en caso de que tuvieran la menor idea de qué era Thule, que lo dudo. En todo caso, Colón no es más ni menos gallego por haber ido o no haber ido a Thule, por lo que el dato carece de la menor importancia. Son discusiones colaterales sobre detalles más que superfluos.

    Ahora bien: si aceptamos que Colón fue a Thule porque lo dijo él y por el mismo motivo aceptamos que en su familia hubo almirantes, entonces definitivamente Colón no tiene nada que ver con los Colón de Poio, por la sencilla razón de que entre esos Colón no había almirantes, salvo que Colón sea Pedro Madruga o cualquier otro miembro de la nobleza gallega en cuya familia hubiera habido anteriormente al menos un Almirante.

    Si sacamos a un noble de la ecuación volvemos cien años atrás, y si volvemos cien años atrás estamos perdidos. Para empezar, de la teoría original nos sobran los Fonterosa, por la simple razón de que Susana Fontrerosa es un personaje de ficción. Entiéndaseme: sencillamente, no existe ninguna Susana en la documentación. Imaginar que entre los Fonterosa había una Susana y que esa Susana se casó con un Colón es mucho imaginar, creo. me resulta mucho más fácil imaginar que Colón es Madruga.

    Nos queda la constancia de que existían unos Colón en Porto Santo, sí, pero eso no demuestra que fueran familiares de Colón. Sólo demuestra que se apellidaban igual. Es algo, pero no es tanto como parece.

    Nos quedan también la toponimia y el lenguaje de Colón. Ni siquiera demuestran que Colón fuera gallego. Pueden aceptarse la toponimia y el lenguaje y sostener que simplemente el descubridor conocía bien la zona, como la conocían cientos de marineros de toda procedencia que cargaban sardinas cada tres semanas en el puerto de Pontevedra.

    Todo eso nos permite sostener la tesis, pero nunca demostrarla. El ADN, si sale positivo, sí nos permitiría tener una prueba, y si sale negativo nos quedaríamos como antes, igual que catalanes, mallorquines y genoveses.

    En todo caso sostengo que Colón pertenecía a la nobleza, de eso sí hay pruebas, no hará falta que las exponga, creo. Seguramente, en mi opinión, a la nobleza gallega, a la portuguesa o a ambas. Si los Colón de Poio tienen encaje en esa procedencia noble de Colón a través de una relación que sería necesariamente ilegítima, entre una Colón de Poio y un miembro de la nobleza, perfecto. Y si no, también.

  20. Hola ..

    En «Nobiliario de Portugal» de Felgueiras Gallo ( TOMO XXIII):

    En genalogia de los Perestellos :

    «….Felipa Moniz m.er de Cristovao Colon descobridor e o 1º Almeirante das Indias Orientais Progenitor Dos duques de Veraguas..»

    AQUI SE SEÑALA A FELIPA MUÑIZ COMO «MUJER» DE CRISTOBAL COLON..

    VER MAS EN :http://cristobal-colon-su-historia.blogspot.com.es/2013/07/genealogia-de-los-perestellos.html

    AQUI,PUES,SÍ QUE CONSTA COMO SI ESTUVIESEN CASADOS..

  21. Cierto, Sonia, pero es un documento, sino una genealogía, que no prueba nada. Todos los genealogistas cometen errores, y Felgueiras Gallo no es precisamente una excepción. Hay otra genealogía, de Gaspar Frutuoso, que también se refiere a Filipa como «mujer» de Colón. Lo más seguro es que la fuente sea bartolomé de las casas, que para este caso ofrece una versión probablemente interesada.

    Gaspar Frutuoso, por cierto, en esa genealogía se refiere a Colón como «Pedro Colón».

    Personalmente, no reo que ese matrimonio se haya celebrado jamás, aunque de haberse celebrado no influye en absoluto en favor ni en contra de la tesis Colón-Madruga.

  22. Bien veo que el foro se va llenando y aumentando en texto, texto que parece que va pisanto sobre zonas pantanosas unas veces yotras sobre terreno firme.
    En primer lugar me gustaría aclarar que yo no soy la continuación de Celso García de la Riega, no podría llegar a su nivel, dicho esto no me excluyo de tener opinión propia ni tampoco me excluyo de estar equivocado ni tampoco de estar acertado.
    Ya tenemos algunas cosas claras por la información aportada por Antonio Pedro:
    1º El asedio a Pontevedra fue en Octubre de 1476, Madruga estaría presente, los contendientes pidieron una tregua durante la cual Pedro Madruga pudo haberse desplazado junto con Casanove y Alfonso V a Francia e incluso a Thule
    2º También tenemos como cierto el apresamiento de Pedro Madruga en la primavera de 1477
    3º Fue puesto en libertad el 9 Julio de 1478, con lo cual tenemos que pudo haber sido más de un año el que estuvo prisionero
    4º Se nos aporta un dato de que Felipa Muñiz consta como compañera o mujer de Cristóbal Colón y nos aparece un enlace
    5º El ADN es la prueba más fiable, yo no he planteado ninguna duda sobre esto, es más aporte de donde sería más seguro compararlo, no entiendo que se siga insistiendo sobre ello, pero incluso diría más es la prueba más segura para cualquier tipo de identificación.
    6º Es cierto que lo más fiable es que Colón fuese noble, pero puede haber otra posibilidad/es.
    Entiendo que si lo que se quiere es zanjar el tema con la prueba ADN no habría más que hablar ni perder el tiempo en más conversaciones ni comentarios, pero entiendo también que para un buen conocimiento del tema es bueno plantear cualquier tipo de cuestión o problemática, en caso contrario me lo aclaráis ya que no quiero ser pesado en este tema, tampoco quiero que esto se plantee entre una lucha dialéctica entre Madruguistas y Rieguistas, yo ni lo uno ni lo otro los tiempos avanzan y los conocimientos también y yo personalmente no me considero inmovilista.
    Es difícil comprobar datos y especialmente fechas con más de cinco siglos de diferencia, eso creo que le entendemos todos, pero tampoco creo que sea bueno que por culpa de no poder demostrar algo determinado se explique de una forma general englobado dentro de una teoria, del mismo modo que na hay nada que demuestre que los Colón de pontevedra tengan nada que ver con Cristóbal Colón, salvo el apellido, tampoco hay nada que demuestre que Pedro Madruga fuera Cristóbal Colón, salvo una serie de coincidencias e interpretaciones que puedan avalar dicha teoria, pero certezas de momento ninguna, al menos de momento o que yo sepa. Se apunta a que las pruebas de ADN se hagan sobre todos los elementos casuisticos que puedan concurrir en esta teoria, es decir, los Colón de Pontevedra, los Sotomaior el problema de esto es el precio de dichas pruebas y que dificilmente se puedan cubrir, por tanto creo que es mejor como he dicho antes ir por camino seguro.
    Lo peor que puede suceder para la teoria gallega es que se cometa el error de de un ADN falso o equivocado, porque como alguien apunto la Toponimia y la lengua siguen estando ahí.
    Enseguida me dirá alguien, como ya se me dijo más arriba, y que sugieres estar como estamos sin nada en concreto respuesta no
    Yo estoy tan implicado en el Colón gallego como el que más, pero el plantear dudas razonables puede dar lugar a respuesta razonables, por supuesto no tengo que ser yo ni mucho menos, pero la gente que lea estos post pueden ayudar, por ejemplo con el arbol genealógico de los perestrellos, que puede ser cierto o no pero esta ahí.
    Las fechas y las situaciones que se conocen de Colón y madruga tienen que confluir y llegar de una forma segura a la identificación de los dos personajes en uno.
    Yo llego hasta aquí si quereis seguir seguimos pero no estoy dispuesto a mantener opiniones de debate para al final llegar siempre a lo mismo PRUEBA DE ADN si la conclusión final es esta no es necesario malgastar ideas ni tiempo, pues la obviedad no se discute

    Saludos

    1. Casi en su totalidad estoy de acuerdo con lo que ahora comentas. A mí no me interesa divagar sobre ciertas cosas, precisamente contigo, ni con otro Coloniano.

      Aprovecho, que todos somos novatos en esta nueva aplicación de la página, para informar que esto que estoy haciendo se puede hacer, responder a un mensaje determinado. Facilita el hilo y la lectura, por ejemplo en cuando hay Alusiones, correcciones, etc.

      También es bueno mencionar a alguien con @ seguido del nombre de usuario. Ejemp. @Pedro @rcota @soniabarja @ap-sottomayor @doval @begari @fernando-alonso

  23. Sobre esto, que me parece el punto más interesante de esta discusión:

    «6º Es cierto que lo más fiable es que Colón fuese noble, pero puede haber otra posibilidad/es».

    No, no puede haber otras posibilidades. Hay cosas que pudieron ser de varias maneras, pero otras sólo pudieron ser de una. Ésta sólo pudo ser de una: Colón era noble. Insisto entonces en mi anterior afirmación: si una de las colones de Poio tuvo una relación ilegítima con un noble y de esa relación nació el descubridor, bien. En caso contrario, los Colón de Poio nada tienen que ver con el señor que descubrió América.

  24. Hola yo soy de la opinion que siempre es bueno opinar en los foros o comentarios,para aportar diferentes opiniones,cotejar,replantear nuevas situaciones,siempre es bueno compartir los diferentes puntos de vista,sin que ello signifique que haya gente que quiera ir en contra de otra,yo no lo veo asi..

    Dicho esto,queria comentarte una cosa @begari (Guillermo),en uno de los comentarios que pusistes sobre la duda de si la madre de Pedro Madruga, era una tal Constanza (Constanza de Zuñiga)..

    Pues queria decirle que una pista muy buena para saber como se llamaban los miembros de sus familias(padres,hermanos,familiar cercano,etc) es fijándose en el nombre que puso a los propios hijos de Pedro Madruga de su unión con sus mujeres ,entre ellos hay una Constanza..

    Me gustaria que alguien me dijera cuales son los hijos que se documenta que tuvo Pedro Madruga,ya que veo diferentes nombres en diferentes sitios,aunque muchos de ellos comunes..

    Por cierto os paso este enlace y me lo podeis verificar si hay algun dato erroneo? gracias:

    http://gw.geneanet.org/frebault?lang=es;pz=henri;nz=frebault;ocz=0;templ=mobile;p=pedro+alvarez+madruga;n=de+sotomayor

    Gracias..

  25. Sonia.
    Esqueça tudo o que vai nesse enlace!
    A informação correta é a seguinte:
    Filhos do legítimo matrimónio com Teresa de Távora
    1 – D. Álvaro de Soutomaior, casado com D. Inés Enriquez de Monroy;
    2 – D. Fernando de Soutomaior;
    3 – D. Diego de Soutomaior, comendador de Almorchón e Cabeza del Buey na Ordem de Alcântara;
    4 – D. Alfonso de Soutomaior, morto nas guerras de Itália pelo Chevalier Bayard;
    5 – D. Cristóbal de Soutomaior, morto numa revolta dos nativos na Ilha de San Juan (Porto Rico);
    6 – D. Maior de Soutomaior, casada 1ª vez em Portugal com Gomes Ferreira, Porteiro-Mor do rei D. João II; e 2ª vez em Castela com Diego Reynoso;
    7 – D. Constança de Soutomaior, 2ª mulher do seu parente Garcia Mendes de Soutomaior, senhor de Ceraxe e Alcaide-mor da fortaleza de Monte de Boi, em Baiona.
    Filhos naturais ou ilegítimos:
    8 – D. Nuno de Soutomaior, Fidalgo da Casa do rei D. Manuel, casado com D. Isabel de Magalhães, filha do 1º casamento do Garcia Mendes de Soutomaior acima referido;
    9 – D. João de Soutomaior, casado com D. Isabel Gonçalves da Costa, sobrinha do Cardeal de Portugal D. Jorge da Costa;
    10 – D. Rodrigo de Soutomaior, Mestre-Sala do rei D. Manuel, casado com D. Margarida de Abreu.
    Uma hipótese em aberto:
    João de Estrada. Os seus descendentes fazem-no filho bastardo de Pedro Madruga. Pela documentação da época apenas se garante ter servido os Condes de Caminha por 30 anos. Foi quem criou D. Diego de Soutomaior.

    Isto é o que se sabe confiadamente. Por razões que demoram a explicar, deverá igualmente excluir-se D. Maria Sanches de Benevides que antes seria sua prima co-irmã.

  26. Decir que Colón tenía que ser noble si o si, bueno probablemente si lo fuera, pero como de momento no esta probado podemos movernos en otro escenario. Para tener acceso a la corte castellana no era imprescindible ser noble, la corte tenía tantos frentes abiertos: nobles sublebados, conversos, judíos, musulmanes, guerra Portugal, Galicia en plena dominación y domesticación de sus nobles, dinero para llenar la arcas de la corona. etc que aceptaban sugerencias, recomendaciones e influencias de todo tipo siempre que le resultaran beneficiosas, aunque los recomendados no fueran nobles y tenían contacto con la plebe mediante las audiencias que ofrecían ya fuera por razones de justicia o por petición, pero además añado una serie de personajes que no fueron nobles y que estuvieron muy cerca de la corte, influenciando en ella y por los resultados obtenidos nombrados nobles:

    -Amerigo Vespucci: No era noble, comerciante y cosmógrafo Florentino que participó en al menos dos viajes de exploración al nuevo mundo Desempeñó cargos importantes en la casa de contratación de Sevilla, de la que fue nombrado «piloto mayor» en 1508;
    -Juan Álvarez Gato; No era noble . Fue armado caballero por Juan II de Castilla en 1453. Sirvió al rey Enrique IV y después ejerció el cargo de mayordomo de la reina Isabel I. Protegido por Beltrán de la Cueva, entró luego al servicio de los poderosos Arias Dávila (Diego, Juan y Pedro), aquél y estos también conversos, y al de los Mendoza de Guadalajara;
    -fray Hernando de Talavera. No era noble, obispo de Ávila (1485) y arzobispo de Granada (1492), confesor y consejero de Isabel la Católica (1465). Tenía gran influencia con la reina y la reina Isabel confiaba en él, tanto que negocio la paz con Portugal, evito, durante algún tiempo, con su influencia la entrada en vigor de la Inquisición, defensor de Colón, converso judio
    -Luis de Santángel no era noble, comerciante, fue un funcionario de la corte de Fernando el Católico y protector de Cristóbal Colón, converso judio
    -Hernán Cortés No era noble, por la derrota de los aztecas fue nombrado marqués del Valle de Oaxaca, gobernador y capitán general de la Nueva España.
    -Francisco Pizarro. No era noble, gobernador, capitán general y adelantado de dichas tierras, en virtud de las Capitulaciones de Toledo
    -Diego y Fernando Colón: No eran nobles, entraron de pajes del principe Juan en la corte de los Reyes Católicos
    -Bartolomé Colón: No era noble, logró que los Reyes Católicos le fletasen una pequeña escuadra de tres naves con las que partió hacia las Indias. Nombrado Adelantado, así como gobernador civil y militar de la isla de La Española
    -Diego Colón,hermano, No era Noble
    -Beatriz de Bobadilla: No era noble, consejera de la reina Isabel, nombrada Marquesa de Moya

    Se podría seguir, pero creo que son suficientes para dar el significado a lo que quiero expresar,y es que Colón no necesariamente tendría que ser noble.

  27. Hola qué tal?

    Bueno Antonio Pedro gracias por la aportacion de los descendientes de Pedro Madruga..

    Qué casualidad que en uno de los testamentos de Cristobal Colon (1498) a su hijo Diego Colon (hijo de Felipa Muñiz) comentara : «…..diez hermanos non te seria demasiados..»

    Demasiada coincidencia con los de Madruga…

    Por cierto ese hijo de Madruga,Cristobal de Sotomayor,en la que se ve abundantes escritos sobre casi «el mismo nivel» de «poder» que le concedian los Reyes católicos,junto a Diego Colon(aunque Diego era el virrey),se comenta mucho como es que le concedian tantos favores,tierras,indios,poderes,etc a un Sotomayor,casi a ala altura de Diego Colon..

    Además,curiosamente,aparece,como bien señalais algunos de vosotros,como Pedro COLON de Sotomayor,en la web sobre aguada,por ejemplo ,se señala como COLON:

    http://aguada.gov.pr/wp-content/uploads/2010/12/HISTORIA-DE-AGUADA.pdf.

    Saludos a todos..

  28. O testamento de D. Diego Colón é o único documento que poderá servir de base segura para o tema de Filipa Moniz.
    Nele se define o próprio D. Diego como «hijo legitimo de Don Cristobal Colon primero Visorrey é almirante e gobernador perpetuo destas dichas yndias é tierra firma é de doña Felipa Muniz su legitima muger, defuntos».
    Os restantes testemunhos provêm da «Historia» de D. Fernando Colón, e do que dela copiou igualmente Las Casas. São por isso testemunhos de segunda.
    A questão relevante é que D. Diego ficou a cargo do pai numa idade precoce para um conhecimento concreto do tipo de relação que existiu entre os pais. Desse modo e posteriormente, haveria de vir a ter conhecimento dos factos sempre «por interposta pessoa», fosse ela o pai, ou os familiares próximos da mãe.
    Soa estranho a insistência em dizer-se «legítimo» do Almirante, e ainda reforçar a mãe como «legitima mujer» do mesmo. Pois se já o era como filho, desnecessário se tornava o segundo reforço.

    Quanto ao papel moralizador de costumes que Guillermo atribui ao rei Afonso V nesse assunto, deixo aqui um excerto de 1568, escrito «por pessoa sabedora das cousas da família dos Viscondes (de Vila Nova de Cerveira)»:
    «(…) e assim mais teve o dito Leonel de Lima uma filha que se chamava Dona Isabel, muito formosa, e pela muita privação que tinha Leonel de Lima com el-Rei D. Affonso, que o fez Visconde de todas as suas terras, diziam os d’aquelle tempo que dormira o dito Rei com ella em Giella;»

    Deveria apontar-se antes esse papel a D. João II, então mestre da Ordem de Santiago. No entanto sabe-se que o próprio Príncipe tinha mancebia com D. Ana de Mendonça (de quem tinha um filho), dizia-se «especial amigo» de Colón, e era-o também de um dos filhos daquele Leonel de Lima, «a quem acompanhava de noite em coisas de manceba»!
    Pedro Madruga era parente muito próximo deste Leonel e seus filhos, e múltiplos factos já por mim enunciados noutros textos atestam a proximidade entre as Casas de Soutomaior e de Giela (Arcos de Valdevez).

  29. Ninguno de ellos recibió ningún cargo ni título sin haber hecho algo anteriormente. Ninguno de ellos fue sentado a la mesa de ningún rey siendo un mariñeiriño. La mitad de los que nombras sí eran nobles, empezando por Cortés o Pizarro, aunque en el caso de Pizarro no estaba reconocido por su padre. En todo caso uno y otro recibieron cargos y títulos tras haber hecho sus conquistas, no antes.

    Bartolomé Colón, Diego (hijo) y Hernando sí eran nobles. Diego (hermano) quizás no lo era, pero el título no se lo dieron los reyes, sino su hermano Cristóbal (tenía facultades para ello en virtud de sus negociaciones con los reyes), y cuando solicitó un cargo eclesiástico no le fue concedido por los reyes. Ahora también, a propósito de los pajes del príncipe Juan es cuando también podríamos pedir antecedentes de niños hijos de marineros que fueran nombrados pajes de un príncipe. No los voy a pedir: primero, por que no los hay; segundo, porque el simple hecho de imaginar que los reyes eligieran como compañeros de juegos de su primogénito a dos hijos de un marinero, es sencillamente absurdo. Recuerdo que los dos fueron nombrados pajes del príncipe antes de que Colón descubriera nada de nada.

    Obviamente, los frailes quedan excluidos en virtud de su condición religiosa. No estaban allí por ser nobles, sino por ser frailes, aunque muchos además de frailes eran nobles.

    Si Santángel era funcionario por prestar dinero a la corona, me alegro por él, pero esos no eran cargos reservados a la nobleza.

    Que yo sepa, nadie le dio un marquesado a Beatriz de Bobadilla, que sí era noble. Se lo dieron a su marido después de años de servir a la corona. Caso parecido es el de Juan A. Gato. Fue armado caballero, es decir, se le ennobleció tras años de servicio. Todos los nobles del mundo proceden de personas ennoblecids por servicios a sus reyes. Lo que se discute no es eso. Lo que se discute es si un simple marinero que no había prestado servicio alguno a nadie podía sentarse a negociar con varios reyes europeos y ser amigo personal de algún rey y de muchos condes, duques y marqueses en Portugal años ANTES del descubrimiento y ANTES de haber hecho nada más que pescar sardinas. De eso es de lo que pido antecedentes, o creo que quedaba claro en un mensaje anterior.

    Lo de que hay que demostrar que Colón era noble es una afirmación increíble. No encontraremos a ningún investigador que a fecha de hoy siga sosteniendo eso y que no sea genovista. Incluso algunos genovistas presentan a candidatos nobles y otros andan buscando un noble que no sea de los Colombos. Si hay una sola cosa sobre Colón en la que todos están de acuerdo es en que está más que demostrado que Colón era noble. Cierto es que se puede discutir eso. También se puede discutir si era extraterrestre. En cuanto a si era extraterrestre, vaya por delante mi opinión: lo era.

  30. Una pregunta,Colon dijo alguna vez algo parecido,como «su LINAJE»,eso quiere decir que se refiere por lo menos que si se habla de linajes,es que por lo menos eran nobles?

    1. Resposta a Sonia:
      «Linhagem» definia filhos e netos, fossem nobres ou não; definia «nobreza» quando se referia aos pais e avós de alguém.
      Quanto às evidências da nobreza de sangue de Colón, ou seja a sua «Linhagem», subscrevo inteiramente a posição de Rodrigo Cota: todos mostraram serviço antes de serem feitos nobres. Colón não, porque já o era.
      E ser tratado por «Dom» era só por si um patamar a que a grande maioria dos nobres não chegava! Antes de Pedro Madruga ser elevado a Visconde de Tui e a Conde de Caminha, nenhum outro Soutomaior da linha galega – todos nobres de várias gerações – recebia esse tratamento. Depois, todos os da «linhagem» de Pedro Madruga (filhos, netos, bisnetos, etc.)levaram «Dom» antes do nome. Até os ilegítimos!

      1. Me entusiasma que expliques tan claro, normas fundamentales que nos ayudan a entender mejor el feudalismo.

        Se estudia Roma y se la entiende mejor e incluso se la supone mejor que las etapa posteriores. El feudalismo mantiene el uso de castas que empleaba Roma como las que explica Antonio Pedro, solo que la era Romana fue mucho más sangrienta que la edad feudal, el Renacimiento y la era moderna también lo fueron más. Se la ha denominado edad oscura por los oscurantistas haciéndonos ignorantes de ella.

        Antonio, tampoco tengo claro si ¿el feudalismo en realidad no sigue siendo Roma?

        1. Fernando.
          O Feudalismo mais não é que o Império Romano ruralizado e destituído da sua característica cosmopolita. Como não podia deixar de ser, teve o seu fim com o regresso em força das cidades.

  31. Os aporto un libro interesante :

    «LINAJES NOBLES DE ESPAÑA
    CATALOGO DE TODOS LOS APELLIDOS Y ESCUDOS DE ARMAS QUE A CADA UNO PERTENECEN»
    DE
    JUAN JOSE VILAR PSAYLA (1867)

    Pone ediccion ilustrada con 14000 escudos de armas ..

    Saludos

  32. En el siglo XIV, la sociedad estaba estructurada en castas; estas eran muy restrictivas entre sí, y difícilmente se podía pasar de un estatus social a otro, las normas sobre uso de las armas reales es muy estricta, habiéndose dictado una disposición que restringía su uso a muy pocas personas, y prohibía expresamente el uso de las armas de los Reyes Católicos.

    Cristóbal Colón pertenecía a una clase noble, en la concesión de los atributos de su escudo así se reconoce, pues le son concedidos el escudo real de Castilla y León que ocupa los dos primeros cuarteles del escudo de armas de Colón constituye simplemente un “acrecentamiento de armas”: en definitiva, los Reyes Católicos honran al almirante añadiendo las armas reales (en concreto, los cuarteles castellanos) a las suyas propias. Lo que parece indicar que expresaba un favor regio significado. Señala, en definitiva, que “estamos entre nobles”. No sólo porque ya existían unas armas previas (requisito obvio para un acrecentamiento de las mismas) sino porque no creo que se haya permitido jamás el uso de armas reales a un plebeyo por muy ennoblecido que este hubiera sido.

    Hoy en día es más fácil demostrar que Pedro Madruga era Cristóbal Colón, que cualquier otra persona incluyendo a los Colón de Poio, aunque la madre de Madruga fuera Constanza de Zúñiga, que no lo fue por el simple hecho que esta Constanza era noble, y en el testamento de Fernan Yañez, padre de Madruga deja muy claro que su hijo es bastardo (hijo procreado con algún plebeyo), y no natural (hijo ilegitimo procreado con otro noble).

  33. Que yo sepa a Cristóbal Colón en las capitulaciones de Santa Fe es donde se le ofrecen los títulos y los porcentajes, siempre y cuando descubra algo, nunca antes de descubrir, por lo tanto ya estamos hablando de servicios prestados y favores obtenidos. Claro que si ya se parte de que era un Noble entonces ya no hay nada que discutir por vuestra parte, yo en mi caso parto en el caso de que no fuera noble, lo mismo para Bartolomé, Diego, Fernando y Diego Hijo Colón, si ya partimos de que son nobles mi exposición no tienen sentido, para las personas que ya piensen que era noble durante la negociación, cosa que de momento no esta demostrada ya que no hay ningún documento que lo ponga o Si?.
    Beatriz de Bobadilla no era noble, le facilito la boda la Reina Isabel con Andrés Cabrera, un noble que había sido Camarero mayor de Enrique IV, Isabel les otorgó el marquesado de Moya, el 4 de julio de 1480.
    Eliminar a los curas por el simple hecho de pertenecer a la Iglesia no me parece real, ya que la mayoría de los reyes tenían sus confesores reales que solían ser nobles, Ejemplo Mendoza que también era confesor de la Reina, y en aquella época escogían Cardenales, Obispos y demás por los Reyes, ej Torquemada que también era noble, tanto nobles como curas sin serlo pertenecían a la Iglesia. Entonces en que se basaba la diferencia?.
    Cada uno argumenta como quiere tratando de llevar el tema a su campo, pero tergiversar no me parece muy honesto, yo no he escrito en ningún momento que haya que probar que Colón era noble, escrito esta, digo que no necesariamente tendría que ser noble para empezar una negociación, lo cual es expresa una idea muy diferente, tampoco he mencionado en ningún caso que sea genovés ni mucho menos que yo lo crea, tampoco he mencionado en ningún momento a los marineros de Poio ni a los Colón de Poio, bueno esto si en el primer comentario que hice a @Antnio Pedro mencione a los Colón pontevedreses, pero era algo para él luego se fueron añadiendo los demás y desde ese momento solo he hablado de Madruga-Colón. Me gustaría que las respuestas se ciñeran a lo que escribo y que no me otorguen ideas que no he plasmado por escrito en ningún momento, al fin y al cabo nadie esta obligado a estar aquí en este debate el que quiera responder responde, pero por favor siempre a lo escrito y no a las suposiciones, al fin y al cabo esto es un ejercicio de exposición para las personas que desconocen el tema y todos los que estamos aquí nos conocemos, sabemos de donde venimos y sabemos en este tema lo que opinamos cada uno.
    Por ejemplo la de @doval es argumentativa y bien planteada y yo no le voy a quitar una coma de lo que dice, pero si de lo que quiere expresar y para ello me remito a lo que escribí al principio:
    la corte tenía tantos frentes abiertos: nobles sublevados, conversos, judíos, musulmanes, guerra Portugal, Galicia en plena dominación y domesticación de sus nobles, necesidad de dinero para llenar la arcas de la corona. etc que aceptaban sugerencias, recomendaciones e influencias de todo tipo siempre que le resultaran beneficiosas, aunque los recomendados no fueran nobles y tenían contacto con la plebe mediante las audiencias que ofrecían ya fuera por razones de justicia o por petición y añado los reyes católicos no eran tontos y en esta situación no le ponían peros a cualquier oportunidad, era un reino que estaba creciendo y expansionando y si alguien le planteaba a los Reyes una expedición que iba a reportar dinero y colonización, tontos serían de no aceptarla por que Critóbal no era Noble, especialmente si las posibilidades de éxito fueran altas, cualquiera en su lugar lo aceptaría y repito los reyes Católicos podían ser cualquier cosa, pero tontos no eran

    1. Exactamente, dices:

      «pero como de momento no esta probado podemos movernos en otro escenario».

      Es decir, que habría que probarlo. Pues no. Ya está probado.

      Una lectura muy por el aire de las capitulaciones de Santa Fe te demostraría que Colón no necesita descubrir nada para ser Almirante. Sale de la negociación con el almirantazgo bajo el brazo. Lo hacen Almirante ANTES del viaje, y la concesión del título no estaba supeditada al descubrimiento de tierras. Eso lo sabe todo el mundo (o casi).

      También es recomendable un repaso a la genealogía de Beatriz de Bobadilla, que sí era noble.

    1. Si era noble, (que era) acota muy mucho la candidatura a descubridor famoso.

      Todas las teorías buscan un candidato noble, el primero en hacerlo fue Fernando Colón que tenía su propia Tesis, la tesis fernandina, donde también reniega del humilde lanero, carente carente este del cuadrilátero nobiliario exigible para ser apto. Justo en la cuestión de nobleza, no dijo una cosa y la contraria, defendió la nobleza de su padre a capa y espada. No seré yo un humilde hijo de labriegos quien le lleve la contraria.

  34. Bueno, creo que quien sea capaz de leer toda esta ristra de comentarios no podrá tener más que una cosa clara:

    Hay que hacer la prueba de ADN ¡YA!

    Tiene que hacerse con un debate abierto y público, con una participación amplia de la sociedad civil, sociedad académica, iglesia e instituciones.

    No vaya a ocurrir que lo hagan precisamente los que no quieren hacerlo, «cosas veredes sancho que non crederes»

    1. «Tiene que hacerse con un debate abierto y público, con una participación amplia de la sociedad civil, sociedad académica, iglesia e instituciones».
      En esto estoy totalmente de acuerdo
      «No vaya a ocurrir que lo hagan precisamente los que no quieren hacerlo»
      En esto otro no entiendo a que o quien te refieres

      1. A ti no me refería precisamente, pero también te digo que si formaras parte de un grupo «reducido» para llevar a cabo el ADN a mí no me gustaría, visto lo visto.

        Yo nunca estaría en un grupo «reducido» ni quiero colaborar de confeccionarse uno. Primero, no estoy a la altura, y segundo, probablemente los que me invitan tampoco.

        1. Bueno yo cuando escribí que estaba de acuerdo no estaba pensando en mi, tengo muy claro que no quiero ser juez y parte, creo en la objetividad, tampoco entiendo que tenga que ser un número reducido, si hay instituciones por el medio, tampoco creo que me conferencie a mi mismo, empiezo a sospechar que en todo esto lo que os molesta es que haya un garcía de la riega, me veis como competencia de no se que y la verdad yo soy Guillermo no Celso.
          Y si tanto te/os molesta lo que escribo dímelo que lo dejo sin más, yo no busco batallas ni honores, el que crea lo contrario es que no me conoce, yo no soy importante en este tema y ni quiero serlo, solo soy uno que duda, o es que para ser imparcial y que me consideres miembro del grupo al que aludes, tendría que comulgar con ruedas de molino.
          Lo único que hago es presentar dudas y alguna alternativa y me muevo en los mismos conceptos que vosotros, cuando no hay documentación no esta probado, es decir, lo que es válido para vosotros no es válido para mi

          1. Hola Guillermo,yo pienso que a todos nos gusta que estemos todos con todas sus opiniones…

            Por lo menos teneis una cosa en común ,coincidiis que es un Cristobal Colon GALLEGO…

            Luego dar con el personaje,cada uno defendera lo suyo,pero no creo que sea nada malo que se aporten diferentes puntos de vista..eso no quiere decir que uno vaya en contra de otro..para nada

            A su bisabuelo CELSO GARCIA DE LA RIEGA le debemos ,no mucho,sino muchisimo por ser el gran descubridor del COLON GALLEGO..que luego despues cada uno investigue con el paso de los años a que personaje gallego se le identifica a Cristobal Colon Gallego,pues no pasa nada si se trata de uno u otro..

            Si al final se verifica que es Pedro Madruga el verdadero Cristobal Colon,eso no quita para nada los trabajos buenisimos
            de su bisabuelo ya que su investigacion es genralmente basado en el Cristobal Colon GALLEGO,que luego pensase que era otra persona,no pasa nada y si era esa persona que dijo,pues enhorabuena..

            a propósito me podrias resumir a que persona lo identificaba Celso a Cristobal Colon?

            Venga animo

  35. Es cierto no me duelen prendas en reconocer mi error: Beatriz de Bobadilla Era hija del alcalde del castillo de Arévalo y de Maqueda mosén Pedro Fernández de Bobadilla y de María Isabel González Maldonado, todo esto pasa con las fuentas de las que se parten.
    Me gustaría que cuando se lee un tema se dimensione todo el contexto, no ir a la pillería o al error, porque puede dar la sensación de que se me esta persiguiendo, en las frases cortas, para dejarme en ridículo y sinceramente no estas debatiendo con un Defensor de Colón: Mallorquín, Catalan, genovés, etc todos los que debatimos aquí, de momento, somos partidarios del Colón gallego.
    Aclarado esto, te pongo la frase completa antes del punto y seguido “Decir que Colón tenía que ser noble si o si, bueno probablemente si lo fuera, pero como de momento no esta probado podemos movernos en otro escenario»
    Si se lee la frase entera y no solo lo que interesa, se podrá comprobar que yo no excluyo para nada que no pueda ser noble y lo cierto es, aunque te empeñes, que no esta probado, esta argumentado pero no probado, y en esto entre argumentado y probado hay una gran diferencia.
    Por otra parte quizás el leer por el aire pueda causar equivocación, yo prefiero no hacerlo, » las llamadas Capitulaciones de Santa Fe, firmadas el 17 de abril de 1492, en las que Colón pidió los títulos de Almirante Mayor de la Mar Océana, Virrey y Gobernador General de las tierras que descubriera, el derecho de terna (presentación de tres nombres) en los nombramientos de regidores, el décimo o 10% de todas las mercancías que se negociaran en las Indias, derecho de exclusividad en los pleitos que surgieran por las mercaderías indianas, y de contribuir con un ocheno u octava parte (12,5%) de los gastos de armar naves comerciales, obteniendo entonces el mismo porcentaje de los beneficios. Donde observas tu que salio antes del viaje con los titulos, estaban condicionados al descubrimiento de tierras”. A lo mejor la traducción esta mal relaizada, tú dirás
    Es posible que tu interpretes que es noble por la firma de las capitulaciones, pero es eso interpretativo, que yo por otra parte respeto pero no comparto.
    Considero que este punto ya esta cerrado y argumentado, y que están claras todas las posturas, por tanto creo que lo podemos considerar cerrado y pasar a otro punto de la teoría

    1. No, no doy la discusión por cerrada. A Colón lo hacen Almirante en el mismo acto de la firma de las capitulaciones. Ello no depende en absoluto de que a ti te parezca bien o mal. Simplemente, es así. Colón es Almirante, con carácter vitalicio y hereditario y como Almirante se sube a la Santa María.
      Y la primera prueba de que era noble la tenemos precisamente en las propias capitulaciones, donde le dan a Colón el tratamiento de «Don», reservado a miembros de la nobleza, como señaló António Pedro. Y eso tampoco depende de tu opinión. Si era «Don», era forzosamente noble. Obviamente, los reyes respetaban esa norma a rajatabla y no encontrarás ni una excepción por mucho que la busques. No cabe ninguna otra opción.

      1. Las cosas suplicadas y que Vuestras Altezas dan y otorgan a D. Cristóbal Colón en alguna satisfacción de lo que ha de descubrir en las mares Oceánicas, del viaje que ahora, con la ayuda de Dios, ha de hacer por ellas en servicio de Vuestras Altezas, son las que siguen:

        Primeramente, que Vuestras Altezas, como señores que son de las dichas mares Océanas, hacen desde ahora al dicho D. Cristóbal Colón su Almirante en todas aquellas islas y tierras firmes que por su mano o industria se descubrieren o ganaren en las dichas mares Océanas, para durante su vida, y, después dél muerto [de muerto él], a sus herederos o sucesores, de uno en otro perpetuamente, con todas aquellas preeminencias y prerrogativas pertenecientes al tal oficio, según que D. Alonso Enríquez, vuestro Almirante mayor de Castilla, y los otros predecesores en el dicho oficio, lo tenían en sus distritos. Place a Sus Altezas. Juan de Coloma.

        Otro sí, que Vuestras Altezas hacen al dicho D. Cristobal Colón su visorrey [virrey] y gobernador general(4) en las dichas islas y tierras firmes, que, como es dicho, él descubriere o ganare en las dichas mares,
        Vitalicio siempre y cuando descubra

        1. Hacen a Colón Almirante «desde ahora», es decir, a la firma del documento Colón se convierte en Almirante. Inmediatamente sus hijos entran al servicio del príncipe. No hablamos, obviamente, de un marinero de Porto Santo. Lo siento.

          1. Bueno yo creo que si Cristóbal Colón no hubiera descubierto nada, sus hijos heredarían el Almirantazgo de Porto Santo, es lo que les quedaría

  36. Creo que sería conveniente trasladar este debate a un lugar más apropiado para ello, se ha creado dentro del Grupo Colonianos un Foro en esta dirección.

    http://www.cristobal-colon.org/grupos/colonianos/forum/topic/pedro-madruga-cavaleiro-de-sao-joao-de-rhodes/

    También podéis acceder desde el desplegable que tenéis en la parte superior derecha de la pantalla, donde aparece vuestro nombre de usuario.

    Guillermo tendrías que aceptar la petición de amistad del grupo «Coloninanos» o enviarle una petición de amistad a Colonianos para poder participar, los demás ya la aceptaron.

    Dentro del Grupo se pueden abrir los temas que se quieran.

    También se puede abrir un grupo distinto si se cree necesario.

  37. En el enlace que os acaba de pasar anteriormente
    ( http://eprints.ucm.es/9818/1/T31471.pdf )

    hay un documento interesante (pags pdf 343-347)que ahora os expongo..

    (Pues observad que estan hablando de Constanza y los hijos PEDRO ,DIEGO Y MARIA.Lo digo por si este PEDRO,es el hijo bastardo de Fernan Pérez que tuvo con Constanza …)

    EL DOCUMENTO:
    Nº. 2.
    Tudela de Duero. 1426, IX, 29.

    Facultad de Juan II, rey de Castilla, para que pudiese formar nuevo mayorazgo, dada a favor de D. Diego López de Zúñiga, señor de Monterrey.

    B.- RAH. Colección Salazar y Castro, D-10, Fº. 123 a 125.

    Sepan quantos esta carta vieren como yo, Diego de Astúñiga, vasallo de nuestro
    señor el Rey, del su Consejo e mayordomo mayor de la infanta doña Catalina, de y por virtud de una carta de licencia a mi dada para lo del iuso escripto por el dicho señor Rey, la qual es firmada por su nombre e sellada con su sello.

    El tenor de la qual, de palabra a palabra, es esta que se sigue:

    Don Juan, por la gracia de Dios rey de Castilla, de León, de Toledo, de Galicia,de Seuilla, de Córdoua, de Murzia, de Jaén, del Algarbe, de Algeziras e señor de Vizcaya e de Molina:

    Por cuanto vos, Diego de Astúñiga, hijo de Diego López de Astúñiga, me diste
    por una petición quel dicho Diego López de Astúñiga, vuestro padre hiciere un
    testamento, e que después que añadiera en él por otro su testamento [¿averiguándolo?] e añadiéndolo.

    E otrosi, otro codecildo por el qual dicho testamento repartió todos sus
    bienes y villas, y logares a Pedro de Astúñiga, e otros bienes e villas e logares a Sancho de Astúñiga e a Iñigo de Astúñiga, e a vos el dicho Diego de Astúñiga e a Gonzalo de Astúñiga, e que hiciera maioradgo a cada uno de ellos, y a vos de los bienes, e villas y lugares que a cada uno habían dejado, con ciertas condiciones e maneras e vínculos e encargos y restituciones y otras cláusulas y firmezas y para que anduviesen por varones y mugeres, primeramente por los hijos maiores e sus descendientes, e después del fallecimiento, del linage de cada uno de los dichos maioradgos viniesen del hijo maior a
    sus descendientes, al hermano menor y sus descendientes.

    E en fallecimiento dellos, e que veniesen de uno de los otros hermanos en otros, en ciertos casos e condiciones. E después, fallesciendo todo el linaje de Astúñiga descendientes dellos, otros hijos y hijas
    del dicho Diego López, que los dichos maioradgos veniesen a Juan de Astúñiga e a Iñigo, sus sobrinos, e sus descendientes, e después a los parientes de su madre, e que defendieren que no pudiesen ser vendidos ni enagenados, e que non pudieren ninguno de los dichos sus hijos reclamar nin contradecir por decir que eran engañados en su lexítima, y que mandara que no fuesen contra el dicho su testamento e ordenanza, so pena de perder el dicho maioradgo.

    E que vos fuera consentir en los dichos testamentos y codecildo, segúnd que
    todo esto más complidamente deciades que se contenía en los dichos testamentos e codecildo con las cartas de los Reyes, ende yo vengo que otorgaron y dieron al dicho Diego López para ello que, [ileg.] pasado por ciertos [ileg.] y en diversos tiempos,segúnd que decides que en los dichos testamentos se hacía mención, y que después que vos hauíais casado con doña Elvira, hija que fue de Juan Rodríguez de Biedma y de doña Teresa de Orozco, de la qual teníades un hijo mayor, que llaman don Juan de Astúñiga, e dos hijas, doña Teresa e doña Beatriz, e que por el casamiento de la dicha [ileg.] mujer que casaxedes con

    doña Constanza, hija de Luis de Monsalve y de María Barba, de la cual teníades dos hijos, Pedro y Diego, y una hija, doña María, e que vos,movido de piedad e por cargo de conciencia que teníades de los dichos vuestro hijos,
    que así teníais de la dicha doña Constanza, por quanto el dicho Juan de Astúñiga,vuestro hijo maior era muy rico e cabdaloso, por el mayorazgo e herencia que quedó del dicho Juan Rodríguez de Viedma, su agüelo, e de la dicha doña Eluira, su madre, y que heredando el dicho maioradgo [ileg.] e le era debido, segund la condición e disposición del testamento del dicho Diego López,

    por ser vuestro hijo maior, que los dichos vuestros hijos e hijas que así tenedes de la dicha doña Elvira e de la dicha doña Constanza Barba, quedarense desheredados e pobres, que no habían en que se mantener,e ellos ni los que dellos descendieren, ni con que pudiesen casar ni tener sus estados ni
    sus honrras, según el linaje de que son.

    E que era voluntad que fuese desatado el dicho maioradgo que el dicho Diego
    López, su padre, había hecho en su testamento, y en su mandamiento e codecilo quanto atañe al dicho maioradgo que hizo el dicho Diego López a vos, de lo que a vos así dejó e heredó por maioradgo, en quanto atañe a las riquezas y cláusulas que reforman y mejoran e fortalezen el dicho maioradgo, e non a más para que vos pudiesedes hacer de

    los dichos bienes, e villas, e logares, e heredades e derechos que vos así dejó el dicho Diego López de Astúñiga, vuestro padre, maioradgos e maioradgo e donaciones, e pactarlos e condicionarlos y hacer, y poner sustituciones, e sostituciones, e restituciones,e vínculos, e limitaciones, e encargos y cláusulas que quisiesedes, e por bien tuviesedes
    a los dichos vuestros hijos e hijas que así tenédes de la dicha doña Elvira y doña Constanza,

    pues las tierras e maioradgo eran vuestros y del dicho Juan de Astúñiga,
    vuestro hijo maior, tenía el dicho maioradgo de dicho Juan Rodríguez de Viedma, su abuelo, de la herencia de la dicha su madre, y que estaua y está rico e hauia en que se mantener honradamente, según su estado, e le entendíades aún dar algunas tierras de las que eran y son del dicho maioradgo.

    E los dichos vuestros hijos e hijas de la dicha doña Elvira y de la dicha doña Constanza oviesen en que mantener e vivir honradamente cada uno segúnd que su estado requería.

    E que es esto que no lo podíais hacer segúnd las cláusulas contenidas en el
    testamento primero e en el postrero y firmezas que sobre ellos habíades hecho sin ser deshechos e desatado primeramente el dicho maioradgo y sin haber sobre ello ni licencia y mandado y poderío y dispensación especial.

    E que me pedíais por merced que deshicierea y desatase el dicho maioradgo, e
    cláusulas e firmezas que lo fortalezaban e validaban, e que vos diese la dicha licencia e otorgase la dicha dispensación sobre ello, así contra las dichas cartas de los dichos señores Reyes como contra dicho maioradgo e cláusulas contenidos en ellos y en los dichos testamentos e codecildo que vos non embargasen ni non pasasen perjuicio.

    E yo, entiendiendo e considerando los seruicios muchos e buenos que vos me
    habédes hecho y hacedes el cada día y otros, la dicha petición ser justa e consonante a la razón, y por quanto yo sobre todo ello habido mi información eso cierto, e certificado así por el dicho testamento primero e por el testamento postrimero e codecillo, como por personas de más creencia.

    Por ende, de mi voluntad e cierta sabiduría e poderes reales absolutos, quieto y desfago, y desato y reuoco y annulo el dicho maioradgo que vos fizo el dicho Diego López, e las cláusulas, e condiciones, e sostituciones, e restricciones, y todo lo al en los dichos testamentos e codcillo, e cartas contenido en cuanto atañe a la vuestra parte e bienes que vos dejó el dicho Diego López, e el que vos fizo el dicho maioradgo para que sin embargo, pues los dichos son bienes

    vuestros propios, podades facer e fagades dellos repartimiento e donaciones entre los dichos vuestros fijos e fijas lo que quisiedes,y por bien touviésedes a voluntad vuestra, para lo qual vos doy y otorgo licencia y
    poderes, y para que podades dellos facer maioradgo por maioradgos entre los dichos Juan de Astúñiga y doña Teresa y doña Beatriz, fijos vuestros y de la dicha doña Elvira,e Pedro e Diego e doña María, vuestros fijos de la dicha doña Constanza y entre cada uno dellos y entre los vuestros descendientes y de ellos por línea derecha, y dende a los de la línea transversal y a quien vos quisiexedes.

    Y que lo podáis todo y cada cosa de ello hacer y ordenar e facer y penas y
    sostituciones, y restituciones, e limitaciones e encargos, e cláusulas y firmezas, una vez y dos y tres y más, quantas quisiesedes, e en la manera e con las condiciones e cláusulas que quisiesedes, e a vuestra voluntad fuesen.

    E para que podades mandar, y mudar, y enmendar, e acrecentar, emenguar, e
    hacer y deshacer, y inovar los dichos maioradgos por cada uno de ellos cada y cuando quisiesedes, y a boz dello placiere, y cualquier o cualesquier condiçiones, donaciones,maioradgo o maioradgos y instituciones, e sustituciones, e restituciones y encargos, e limitaciones, e posturas, e cláusulas y firmezas que vos de los dichos bienes e lugares e
    derecho fueredes e en la manera que lo fueredes y ordenarades, tengo por bien que sea firme y valedero y guardado para siempre jamás, no embargante las

    dichas cartas de los dichos reyes Don Juan y Don Enrique, e las licencias e poderíos, e cláusulas, y firmezas y penas en ella y cada una de ellas contenidas, e no embargante los dichos testamentos,y codicillo, e mayioradgo, condiciones e cargos e instituciones, e sustituciones, e
    limitaciones, e restituciones, e cláusulas, e firmezas especificadas e puestas por el dicho Diego López, e no embargante cualesquier cláusulas y firmezas, y penas y renunciaciones contenidas en las dichas cartas y testamento y codicillo, e no embargante cualquier consentimiento e aprobación, e firmeza, y

    renunciaciones e solenidades que vos, el dicho Diego de Astúñiga, vuestro padre, para guardar los dichos testamentos e
    codicillo y no contraviniere en los enfhingiese, en todo ni en parte, ca yo, de mi voluntad e cierta ciencia y sabiduría e de mi poderío real absoluto, dispenso en esta parte contra las dichas cartas y cláusulas dellas, e testamento, e codicillo, y cláusulas y firmezas en ellas contenidas, en quanto atañe al dicho maioradgo, e firmezas e validaciones que sobre ello facistes, y penas y solemnidades que sobre ello vos posistes.

    E mando que vos non embarguen ni faren perjuicio, en tiempo que sea, a vos al dicho Diego de Astúñiga, ni a lo que vos ordenaredes de los dichos vuestros bienes, y villas y lugares y vuestro heredamiento, ni a esta mi carta ni a lo contenido en ella.

    E mando y tengo por bien y es mi voluntad que los dichos maioradgos e
    maioradgo y condiciones y donaciones e instituciones e sostituciones e encargos e limitaciones e cláusulas e restituciones e firmezas que vos fisieredes e pusieredes que aya fuerza de ley, y sean estables e valedero para siempre jamás, sin empacho alguno que vos pudiese ser puesto en juicio y fuera del.

    Otro sí, quiero y es mi merced que fija e fijas vuestras, no puede venir contra
    estos dichos maioradgo o maioradgos, condiciones, donaciones, instituciones,
    sostituciones y restituciones, limitaciones e encargos, y cláusulas y firmezas que vos fueredes y ordenaredes e contra alguna cosa dello por lo desfacer o desatar, y infligir, y amenazar por razón que diga que son agraçiados en sus legítimas o derecho o que es puesta alguna carga o condición en ello, o por otra razón alguna, ca quiero y es mi voluntad que todo esto en esta mi carta contenido, e cada una parte dello que sea firme y verdadero para siempre, no embargante.

    Las leyes, fueros, y derechos que fablan en la escritura que sea dejada a los
    fijos, en testamento y sin ninguna carga.

    E no embargante otras cualesquier, de fuero o de derecho o de ordenamiento e
    usos y costumbres que a esto podiesen embargar, o contrariar en alguna manera.
    E quiero y es mi voluntad que no embargue a lo en esta carta contenido ni a
    alguna de cosa de la Ley de Ordenamiento de Bribiesca, que dice que las leyes no pueden ser [ileg.] ni derogadas, sino por Cortes, ni las cláusulas derogatorias que en ella se contiene.

    E es mi merced e voluntad e de mi cierta ciencia y sabiduría dispensando contra
    la dicha ley, que la dicha ley no embargue ni pueda embargar todo lo que en esta mi carta contenido en alguna parte de ello.

    E sobre todo esto mando al mi chanciller mayor, y al notario e a los mis
    escribanos y a otros oficiales que están a la [ileg.] los mis sellos, que vos libren y sellen, y e en desto mis cartas y priuillejos, las más fuertes que puedan.

    La qual licencia vos do sin prejuicio alguno mío y del mi fisco e Cámara de la
    Corona Real de mis Reynos.

    Dada en Tudela del Duero, 29 días de Septiembre, año del nacimiento de Iesu
    Christo del 1426 años.

    YO, EL REY

    Yo el doctor, Fernando Díaz de Toledo, oidor y relator del Rey, e su secretario la hace escriuir por su mandado.

    ¿QUE OPINAIS?¿podria ser esa Constanza que nombran la Constanza de Zuñiga,madre de Pedro (Pedro madruga)?

    1. Esta Constanza é a 2ª mulher de D. Diego López de Zúñiga, chamada Constanza Barba. Já aqui a referi na primeira resposta que dei a Guillermo, ao esclarecer a relação de meio-irmãos que existia entre o Visconde de Monterrey Juan de Zúñiga (filho da 1º mulher de D. Diego), e Pedro de Zúñiga, filho desta Constanza Barba.

  38. Sonia: interesante documento, pero esa Constanza Barba de Monsalve, casada con Diego López de Zúñiga, no puede ser la madre de Pedro Madruga, entre otras cosas:

    Está muy bien documentada la vida de esta Constanza Barba y la de sus hijos, tampoco coincide las fechas, ni la edad de su hijo mayor Pedro de Zúñiga con la de Pedro Madruga.

    LA CASA DE MONTERREY: AGREGADA A LA CASA DE ALBA DESDE 1733 (Agustín Diéguez Delgado):

    Diego López de Zúñiga, Enviudó pronto de doña Elvira de Biedma, pues de 1418 es la escritura y recibo de dote de casamiento de don Diego en segundas nupcias con Constanza Barba, hija de don Luis de Monsalve, maestresala del rey, y de Mari Barba, camarera mayor de la infanta doña Catalina, hermana de Juan II. Tendrán de esta unión varios hijos: Pedro, Diego y María.

    Posiblemente será el 22 de mayo de 1432, cuando se haga la entrega por
    Donación real de Monterrey a don Diego López de Zúñiga el Mozo por Juan II. Sin duda la proximidad al rey, los servicios prestados por los hermanos Zúñiga y la buena posición de su hermano mayor facilitasen tal privilegio real, sin olvidar que Monterrey había estado ligado a la familia de su primera esposa doña Elvira de Biedma por varias generaciones y ahora aquellos servicios contarían a su favor.

    No obstante, este codiciado trofeo no fue adscrito, de momento, a ninguno de los mayorazgos fundados por don Diego. ¿Pensaba ya en la adjudicación a Pedro, primogénito de su segundo matrimonio? Por otra parte no hay que olvidar que los puestos del matrimonio en la corte: don Diego como mayordomo mayor del infante don Enrique y su esposa Constanza Barba como dama de la infanta doña Catalina, hermana de Juan II, facilitarían las mercedes reales, y concretamente la autorización para cambiar el mayorazgo de Zúñiga que lógicamente debería pasar a su primogénito Juan de Zúñiga.

    En el “Sumario” expone sus consideraciones don Baltasar de Zúñiga:

    “Por medio de la Infanta Doña Catalina alcanzo facultad para desacer el maiorazgo que le quedo de su padre y dejar la maior parte de sus bienes a Pedro de Zuñiga su hijo de segundoMatrimonio, de que viene el Señor de Vaides, so color de que Don Juan su hijo maior abia quedado muy heredado por parte de Doña Elvira de Viezma su madre”

    En los últimos años de vida de don Diego López de Zúñiga, que fallecería en 1445, el primogénito Juan de Zúñiga y Biedma planteó el problema hereditario contra su hermanastro Pedro. ¿Cuál era la razón? La opinión más generalizada, y por otra parte comprensible, es que dejándose llevar don Diego por las desmedidas pretensiones de su segunda esposa, Constanza Barba de Monsalve, favoreció a los hijos habidos de este matrimonio, y especialmente a su hijo Pedro, en perjuicio del derecho que sobre el mayorazgo de Zuñiga tenía su primogénito Juan

    En efecto, don Juan II, aun conociendo las contraindicaciones de las cláusulas fundacionales del mayorazgo y de la legislación vigente, autorizó tal partición y nueva creación de mayorazgo o mayorazgos a López de Zúñiga.

  39. Hola Manuel,con respecto al pelito entre Juan de Zuñiga y su hermanastro Pedro de Zuñiga :

    «a) Juan de Zúñiga y Biedma, primer Vizconde de Monterrey, por merced
    del Rey Don Juan II en 1451. Casó con María Bazán de Pimentel. Sostuvo
    ruidoso pleito con su hermanastro Pedro de Zúñiga y Barba, al que quiso
    favorecer su padre, el expresado Diego López de Zúñiga el Mozo, quedando
    Monterrey para dicho Juan de Zúñiga y Biedma, por sentencia arbitral dada en
    Béjar el 19 de Enero de 1458; pero falleció dicho Juan el 5 de Enero de 1474,
    en Zamora, cuando no había concluido el pleito, pasando por sentencia del
    Real Consejo dicho marquesado a Pedro de Zúñiga y Barba el 30 de Abril de
    1491, contra los derechos de Teresa de Zúñiga y Biedma, hermana del primer
    vizconde, casada con Sancho Sánchez de Ulloa, señor de la casa y estados de
    Ulloa, al que algunos suponen hermano de la famosa María de Ulloa. En 1501
    su viudo, el mentado Sancho Sánchez de Ulloa, toma la administración de
    Monterrey, que los Reyes Católicos habían comprado a quien detentaba el
    título Francisco de Zúñiga, hijo del precitado Pedro de Zúñiga y Barba;
    levantó la torre del homenaje y fue nombrado primer Conde de Monterrey por
    Don Enrique IV. Tuvo a Francisca de Zúñiga Ulloa y Biedma, segunda Condesa de Monterrey, quien contrajo matrimonio con su primo Diego de
    Acevedo, en primeras nupcias. …»

    FUENTE:http://www.casarealrurikovich.com/antepasados/zuniga.pdf

  40. «Bueno yo creo que si Cristóbal Colón no hubiera descubierto nada, sus hijos heredarían el Almirantazgo de Porto Santo, es lo que les quedaría».

    Difícilmente, por varios motivos:

    1-. Nunca ha existido tal almirantazgo.

    2-. Si Colón no era Pedro Madruga, o el hijo de algún otro noble que se cepilló a una Colón de Porto Santo, entonces Colón no tenía nada que ver con los Colón de Porto Santo.

    3-. Los hijos de pescadores de sardinas no heredaban almirantazgos porque a los pescadores de sardinas no se les otorgaban títulos.

    4-. No hay absolutamente nada de nada en la documentación de los Colón de Porto Santo que indique ni por asomo que guarden relación alguna con el Almirante, salvo que se acredite la relación con la familia Sotomayor o con alguna otra familia de la nobleza gallega.

    5-. Sin Pedro Madruga, la documentación de los Colón de Porto Santo vale tanto como la del de Génova, de Mallorca o de Cuenca.

    1. Sobre el descubirmiento de la Isla de Porto Santo:

      »
      (…) Siguió desde nuevo la carrera marítima, ejerciendo el mando de las carabelas que estaban patrullando las costas del Algarve. Cuando D. Henrique se embarcó en el camino de las exploraciones, fue el primero que se ofreció a ayudarle. D. Henrique, en 1418, mando preparar un barco, y lo entregó a Zarco y a Tristán Vaz Teixeira, ordenándoles demandar tierras desconocidas o buscar islas que aparecían en los mapas, a las que habrían contribuido durante 50 o 60 años otros navegantes.

      Zarco llegó después de días de viaje a la isla que llamó Porto Santo, regresando a Portugal para informar de los resultados. El Infante quedó satisfecho y trato luego de colonizar la isla. Le ordenó a él y a Vaz Teixeira volver a Porto Santo, dándoles por compañero otro criado de su casa, Bartolomeu Perestrelo.

      En este viaje descubrirán o demandarán la isla de Madeira, dejando Tristão Vaz y Gonçalves Zarco Porto Santo en el día 1º de julio de 1419, y yendo a Madeira en el punto al que llamaran São Lourenço, por ser «S. Lourenço» el nombre del navío que les conducía. Hicieron alrededor de la isla el viaje de circunnavegación, y fueron poniendo nombres a los diferentes accidentes de la costa. La principal bahía recibió el nombre de la bahía de Funchal; una gran cueva donde se escondían muchos lobos que cazaron, el nombre de Câmara de Lobos, tomando de ese sitio Zarco y sus descendientes el apellido de Câmara.

      De regreso a Portugal, recibieron el premio. El Infante confirmó a Zarco el apellido de Cámara, y le dio por armas «un escudo en campo verde, y en el una torre de homenaje con cruz de oro, y dos lobos recostados en la torre con paquife y follajes bermejas y verdes; y por timbre otro lobo encima del paquife». Por otra parte, dividiendo la isla en dos capitanías, hizo merced de una, la de Funchal, a Zarco.

      Partió este para su isla, después de haberse casado, y se entregó a la colonización de sus propiedades. No se olvidó de los deberes de un caballero, ni de la gratitud que le debía al Infante.

      Cuando D. Henrique quiso intentar una expedición a Tánger, se puso a su disposición. En el sitio de Tánger fue nombrado caballero por el Infante, y habiendo escapado con vida a esta desastrosa expedición, tornó para Madeira, donde, aprovechando sus ricos bosques, hizo construir navíos con los que de vez en cuando auxilió al Infante en sus expediciones de descubrimiento más allá del cabo Bojador. Parece haber sido el 1º en poner artillería a bordo.

      Estos instrumentos guerreros eran imperfectos y servían de muy poco. Los navíos de Zarco figuraron en los descubrimientos más allá del cabo Bojador. Un sobrino, Álvaro Fernandes, fue uno de los exploradores más audaces. La rama principal de su casa está ahora representada por los descendientes de los condes y marqueses de Ribeira Grande.

      (…) seguiu desde novo a carreira marítima, exercendo o comando das caravelas que vigiavam as costas do Algarve. Quando D. Henrique se lançou no caminho das explorações, foi o primeiro que se ofereceu para o coadjuvar. D. Henrique, em 1418, mandou preparar um barco, e entregando-o a João Gonçalves Zarco e a Tristão Vaz Teixeira, mandou-os demandar terras desconhecidas ou procurar ilhas que apareciam nos mapas, a que teriam aportado há 50 ou 60 anos outros navegadores port. Zarco chegou depois de dias de viagem à ilha que batizou Porto Santo, voltando a Portugal dar conta do resultado.

      O infante ficou satisfeito e tratou logo de colonizar a ilha. Ordenou a ele e a Vaz Teixeira voltar a Porto Santo, dando-lhes por companheiro outro criado da sua casa, Bartolomeu Perestrelo. Nessa viagem descobriram ou demandaram a ilha da Madeira, saindo Tristão Vaz e Gonçalves Zarco do Porto Santo no dia 1º de julho de 1419, e indo aportar à Madeira no ponto a que chamaram de São Lourenço, por ser «S. Lourenço» nome do navio que os conduzia.

      Fizeram ao redor da ilha viagem de circumnavegação, e foram pondo nomes aos diferentes acidentes da costa. A principal baía recebeu nome de Baía do Funchal; uma grande lapa onde se escondiam muitos lobos que caçaram, o nome de Câmara de Lobos, tomando desse sitio Zarco e os seus descendentes o apelido de Câmara. Voltando a Portugal, receberam o premio. O infante confirmou a Zarco o apelido de Câmara, e deu-lhe por armas um escudo em campo verde, e nele uma torre de menagem com cruz de ouro, e dois lobos encostados à torre com paquife e folhagens vermelhas e verdes; e por timbre outro lobo em cima do paquife.

      Além disso, dividindo a ilha em duas capitanias, fez mercê de uma, a do Funchal, a Zarco. Partiu este para a sua ilha, depois de ter casado, e se entregou à colonização da sua propriedade. Não se esqueceu dos deveres de cavaleiro, nem da gratidão que devia ao infante. Quando D. Henrique quis tentar a expedição de Tanger, veio pôr-se à disposição. No cerco de Tanger foi armado cavaleiro pelo infante, e tendo escapado com vida a essa desastrosa expedição, tornou para a Madeira, onde, aproveitando suas ricas matas, fez construir navios com que de vez em quando auxiliou o infante nas suas expedições de descobrimento além do cabo Bojador. Parece ter sido o 1o que pôs a artilharia a bordo.

      Esses instrumentos guerreiros eram imperfeitos e de bem pouco serviam. Os navios de Zarco figuraram nos descobrimentos para além do cabo Bojador. Um sobrinho, Álvaro Fernandes, foi dos descobridores mais audaciosos. O ramo principal da sua casa é hoje representado pelos descendentes dos condes e marqueses da Ribeira Grande.

      »

      FUENTE:http://es.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Gon%C3%A7alves_Zarco

    2. Muy bueno esto de sacar de contexto la frase, es decir, haces un nuevo post con una frase que escribí, que si se leyera en donde corresponde no significaría nada, pues nada podía significar. Pero nada tu sigue dándole al bombo, a lo mejor logras comer sardinas con Cristóbal Colón, perdón Pedro Madruga, en el bar de Poio que hay frente a la Casa de Museo de Colón

      1. VAYA MOVIDÓN! Qué flipe! En fin, siento no estar a vuestra altura ni a la de mi madre (Josefina L. de Serantes)para meterme en el ring. Pero, como es un tema que me atrae y que a mi madre no le dio mucho tiempo a investigar (no creía en esa dualidad), yo ahora estoy en ello y ya tengo unas cuantas cuestiones que no me cuadran (o no entiendo) y me gustaría exponerlas aquí, pero… no darme tan fuerte, porfa, y menos en la cabeza que, como os digo, estoy estudiando… (investigando).

          1. Quizás la más joven. No tiene que ver, si yo no soy principiante es porque siempre me interesó el tema Colón Galego, pero en el Tema Colón-Madruga, también lo soy.

  41. Supongamos(digo supongamos),que Cristobal Colon era el tal Pedro Madruga..

    Sabemos que de la nobleza era su padre(casa Sotomayor),Fernan Yáñez,pero él era hijo bastardo,por lo tanto no nació en la casa «noble» de los Sotomayor…

    Entonces posibilidades hay muchas haber nacido en cualquier lugar (tanto en una casa de nobleza o no)(tanto sea Poio u otro lugar) y madre ser en principio cualquier persona..(tanto Constanza de Zuñiga(Estuñiga) o no)etc…

    Otra cosa es que el padre,Fernan Yáñez,se lo llevara ya de pequeño al monasterio dominico de Santo Domingo de Tuy ,donde se le procuró un futuro tranquilo en la carrera eclesiástica, nombrando su padre a Esteban de Soutelo (doctor en teología en el monasterio dominico de Santo Domingo de Tuy) como maestro de su hijo…y de ahi en adelante ya sabemos (por toda su historia) que ya fue entrando en la nobleza de los Sotomayor…

    Si se parte de que Constanza de Zuñiga es la madre y por otro lado que debió nacer por Poio,habria que encontrar datos que relacionen ambos puntos..

    Aunque lo de Poio por sí solo haya el tema de las coincidencias de los nombres de la zona de Poio en las nuevas tierras de las Indias,y que se dice que la casa natal de Colon segun lugareños,estaba en Poio..)

    Una cosa,tengo entendido que Colon naufragó en la isla de Porto Santo,entonces
    sus inicios en la isla,tuvo que ser una vez naufragado,conoció a Felipa y por eso al vivir varios años alli,se comenta que alli estuvo la casa donde vivió Colon,pero eso no implica que fuera su casa NATAL..no sé..si me corregiis no conozco mucho la parte de la historia en Porto Santo..gracias

    1. A ilha portuguesa de Porto Santo é apenas uma referência dentro do tema de Colón. Muitos portugueses acham que viveu por ali, meramente porque sim!!! Ou meramente porque a capitania da ilha pertenceu ao pai e ao irmão de Filipa Moniz, e também ao cunhado Pedro Correia da Cunha.
      Não há nada que o garanta, e não passa de mera suposição.
      Filipa Moniz vivia no Mosteiro de Santos, em Lisboa, de onde saiu em 1479, falecendo poucos anos mais tarde e sendo enterrada numa capela dos Perestrelos, no Mosteiro do Carmo, também em Lisboa.
      Não foi também ali que ocorreu o suposto naufrágio de Colón. Foi nas costas algarvias.

  42. @Antonio sería interesante saber si hay algún documento de cesión de tierras, en Porto Santo, por parte de la familia de Felipa a Colón
    sabes si se ha investigado esto alguna vez?

    1. @begari
      A documentação relativa às ilhas já está muito repassada, e nunca se encontrou nada do que falas. Se isso tivesse acontecido, a ideia de Colón a viver em Porto Santo teria outra relevância e credibilidade, tornando-se algo mais do que uma atração turística.

    2. Hola Guillermo,te paso:

      «Fernández de Oviedo: “era Colom casado en
      aquel reino, e se había hecho natural vasallo de aquella tierra por su matrimonio”;

      palabras que se corresponden con las que escribió fray Bartolomé:

      “Navegó algunas veces aquel camino [La Mina} en compañía de los portogueses, como persona ya vecino y cuasi natural de Portugal, y porque algún
      tiempo vivió en la dicha isla de Puerto Sancto, donde dejó alguna hacienda y
      heredades su suegro Perestrello, según me quiero acordar que me dijo su hijo
      don Diego Colón…año de 1519 en la ciudad de Barcelona”.

      SALUDOS..

      1. Fernández de Oviedo parece até referir-se à história de Pedro Madruga! Casado em Portugal, tornou-se vassalo natural do reino por seu matrimónio!

        Las Casas não adianta mais do que já se sabe: em Porto Santo, o sogro Perestrelo deixara alguma fazenda e herdades. Leia-se bem: «deixara» e não «que lhe deixou». Logicamente que o fizera, ou não fosse a autoridade máxima da ilha!

        Quanto ao tempo vivido em Porto Santo… Las Casas bem o admite: «según me quiero acordar que me dijo su hijo don Diego Colón…».

  43. La familia Sotomayor se encuentra alrededor del Almirante, Celso García de la Riega ya lo menciona cuando sitúa la casa natal de Colón en Poio y menciona que la finca vecina pertenecía a la familia Sotomayor.

    Los investigadores e historiadores que aseguran que Pedro Álvarez de Sotomayor (Pedro Madruga) y Cristóbal Colón son la misma persona se basan en muchos aspectos como el que la madre de Pedro Álvarez de Sotomayor se llamaba Constanza Goncalvez de Colón, nacida en Poio Pontevedra.

    Se llega a esta conclusión porque Fernán Eanes de Sotomayor, hacia 1433, mantuvo relaciones con una joven de Porto Santo, de las que procreo un hijo bastardo. Basándose en las genealogías de los Colón, esa joven era Constanza Goncalvez de Colón, que era hermana de Blanca y Juan, hijos de Alfonso de Soutelo y Blanca de Colón. Esta joven Constanza posteriormente se casó con el marinero-armador Juan Gonçalves do Ribeiro que estaba a las órdenes de Fernán Eanes.

    El hijo bastardo reconocido por Fernan Eanes, es Pedro Álvarez de Sotomayor (Pedro Madruga), al que su padre manifestó en su testamento que siguiera la carrera eclesiástica, bajo la dirección de su tío Fray Esteban de Soutelo. (Este dato es importante los Sotomayor no tenían ningún pariente Soutelo, pero su hijo bastardo si tiene un tío de apellido Soutelo “Fray Esteban de Soutelo” como lo dejo escrito el propio Fernan Eanes).

    1. @doval
      Sejamos totalmente científicos.
      Alfonso Philippot juntou os seguintes factos e construiu uma teoria:
      -existiu uma Constança Gonçalves, em Pontevedra, nos anos 30 do século XV;
      -foi herdeira do casal Afonso Soutelo e Branca Colón, vizinhos de Pontevedra, pelo que se deduz (sem certeza absoluta) que seria sua filha, juntamente com outros 2 irmãos, Branca Soutelo e Juan Gonçalves;
      -um par de documentos datados da transição dos séculos XV/XVI dão o nome de Constança (de Zúñiga) à mãe de Pedro Álvares de Soutomaior, conde de Caminha;
      -pelo testamento do pai (Fernan Yañez de Soutomaior), datado de 1440, sabe-se que este Pedro Álvares de Soutomaior nasceu bastardo, e a sua tutoria foi entregue a Frei Esteban de Soutelo, mestre em Teologia, com cátedra nos dominicanos de Tui e Ribadavia.

      Philippot identificou as Constanças como uma só (Constança Gonçalves); suportou-se na mais que provável hipótese desta ser filha do casal Soutelo-Colón; estabeleceu um hipotético mas aparentemente óbvio parentesco entre Afonso e Esteban de Soutelo; e deduziu que a tutoria do bastardo Soutomaior fora entregue pelo pai a um familiar próximo (Soutelo), como era de uso na época.

      Tudo o resto é romance. Estes são os factos.

      1. Un dato que encontré en uno de los escritos sobre las genealogias de los sotomayores,unas anotaciones referente a Fernan Yañez (padre Pedro Madruga)de que sus amorios con Constanza de Zuñiga,LE COSTÓ SU VIDA..

        ¿Eso quiere decir que le mataron?

        1. Hola @RCota, los foros son asi; en todas las webs de historia
          pasa lo mismo..

          Siempre se opina de todo,hay gente que no está de acuerdo,se hacen sugerencias,se resuelven dudas,etc..no solo va bien por los que participan en el foro,sino tambien para la gente que nos leen,y van sacando conclusiones..siempre es bueno aportar informacion..

          Hablando se entiende la gente..

  44. VAYA MOVIDÓN! Qué flipe! En fin, siento no estar a vuestra altura ni a la de mi madre (Josefina L. de Serantes)para meterme en el ring. Pero, como es un tema que me atrae y que a mi madre no le dio mucho tiempo a investigar (no creía en esa dualidad), yo ahora estoy en ello y ya tengo unas cuantas cuestiones que no me cuadran (o no entiendo) y me gustaría exponerlas aquí, pero… no darme tan fuerte, porfa, y menos en la cabeza que, como os digo, estoy estudiando… (investigando).

  45. Las teorías hay que trastearlas para comprobar su fortaleza, como ningún argumento de arriba me convence en contra del Madruga/Colon, me he tenido que buscarlos yo:

    ¿Como es posible que un Colon/Madruga, por tanto astrólogo, aceptara lo del canto del gallo? ¿No sabía Colón/Madruga astrólogo, que en Ribadavía amanece antes?

    Cuando tengo dudas como esta en la línea de otras que he leído, recurro al Francesillo, llamándome muy mucho la atención que Cristóbal Colón pidiera el favor del Papa para Diego de Sotomayor, contrastado como está que Cristóbal Colón había pedido la mejorada para uno de sus hijos.

    La sospecha de bastardía de Madruga perseguirá al linaje de los Sotomayor, su padre intercede ahora en su defensa y en favor fraterno, su intervención es decisiva y Diego de Sotomayor consigue lo que tanto anhelaba.

    http://www.cristobal-colon.org/colon-gallego-la-cronica-de-francesillo-de-zuniga/

    ¿No es curioso que el apellido bastardo sea el que repone la nobleza del de Sotomayor?

    ¿No consigue Pedro Madruga, escogiendo precisamente el apellido «Colón» para servir a los reyes, limpiar la bastardía que tanto le persiguió?.

    Ahora que lo del gallo obliga a hacer la prueba de ADN, para no tener dudas.

  46. Y mientras sigo buceando en el tema Colón-Madruga, y leyendo en este foro el “debate” sobre la “nobleza” de Colón, digo yo:
    En “El enigma del Gran Almirante” de Josefina López de Serantes, puede leerse con relación a las Capitulaciones de Santa Fe: “Lo curioso de estas Capitulaciones, que no firman los reyes, es que están dirigidas a ellos mismos, y Coloma, al final de cada párrafo, hace constar el consentimiento real con estas breves palabras:
    -“Place a Sus Altezas”. “Juan de Coloma”. Incluyendo también que:
    -“Las cosas suplicadas a que Vuestras Altezas
    dan e otorgan a Don Cristóbal Colón en
    alguna satisfación de lo que haya descubierto…”

    Pregunto: ese trato de Don, es a partir de la firma de esas Capitulaciones? No lo tenía ya ese trato Colón?. Si ya lo tenía, no podría venirle de su casamiento con Felipa Muñiz, que sí creo era noble portuguesa?.

    1. @Eduardo
      Como sabe, existem alguns documentos castelhanos anteriores às Capitulações de Santa Fe que mencionam Colón. Em nenhum deles surge o tratamento de “Dom”.
      Quer isso dizer que foi dignidade que lhe veio associada ao cargo de “Almirante”, que foi o primeiro atribuído. Vice-Rei e Governador foram prometidos antes, e confirmados logo depois da viagem.

      Já o “Rei de Armas” do rei D. Manuel (1495-1521) no “Tratado Geral de Nobreza” que escreveu, definia bem quais eram os principais títulos de nobreza daquele tempo, depois da realeza: 1º Duque, 2º Marquês, 3º Conde, 4º Visconde, 5º Barão, 6º Almirante e 7º Condestável. Todos levavam aquele tratamento distintivo.
      No entanto, é necessário notar que não se ascendia a tão elevadas dignidades, sem um prévio percurso na classe da nobreza, e a distinção de “Dom” não se atribuía a um plebeu.

      Por isso, na minha opinião, se pode demonstrar que no momento em que Colón se apresentou às Capitulações de Santa Fe, teria de ser no mínimo “fidalgo-escudeiro” ou “fidalgo-cavaleiro”.

      Esse estatuto ganhava-se por serviços prestados ao rei, e nunca por casamento dentro da nobreza. E uma mulher nobre que se casasse com plebeu sempre ficava assinalada, não faltando exemplos nos nobiliários de frases como «casou abaixo da sua condição». Além disso, Filipa Moniz não pertencia a um estrato muito elevado da nobreza. O pai mais não servia do que o cargo de Capitão do Donatário das ilhas da Madeira que era o Infante D. Henrique. Decerto que nunca foi tratado como Dom Bartolomeu Perestrelo!

      Cabia igualmente aos reis a prerrogativa de conceder “nobreza” a quem a não tinha. Por exemplo na atribuição de brasões de armas novas, eram comuns frases como «(…) o faço por esta minha carta fidalgo de cota de armas e assim aos que dele legitimamente descenderem por linha direita para sempre, e o habilito para isso, e o Removo do número geral dos homens e o Reduzo e trago ao conto e estima e participação dos nobres fidalgos de limpo sangue, e sobre isso porque a ele e aos merecimentos dos seus bons serviços, seja com Resplendor satisfeito, e aos outros homens na virtuosa inveja de tal glória se acendam nesse desejo com exercícios de semelhantes obras».

      Colón recebe dos Católicos um Almirantado, o tratamento de “Dom”, a promessa de um Vice-Reino, e um brasão de armas acrescentado ao que já tinha, e em nenhum texto se exerce a prerrogativa real de o retirar à classe dos homens comuns, elevando-o a fidalgo.

      Simplesmente porque já o era… seja o que for que isso signifique, e que valor possa ter para o que se pretenda demonstrar.

  47. Una curiosidad,de las tantas que tengo:

    Segun estas informaicones:

    «..RODRIGO DE PAZOS FIGUEROA,NATURAL DE PONTEVEDRA Y OIDOR DE LA REAL CHANCILLERIA DE GRANADA,QUE CONTRAJO MATRIMONIO CON DÑA CONSTANZA DE ZUÑIGA Y MENDOZA,NATURAL DE VILLAGARCIA DE AROSA(HIJA DE ALVAR DE SOTOMAYOR,NACIDO EN VILLAGARCIA DE AROSA Y DE DOÑA MAYOR DE OZORES MENDOZA,DE LA MISMA NATURALEZA,CON CASA QUE LLAMABAN VISTA ALEGRE,A TRE LEGUAS DE PONTEVEDRA..»

    (NOTA MIA: INDAGANDO LOS ANTEPASADOS DE DOÑA CONSTANZA DE ZUÑIGA Y MENDOZA TANTO POR PADRE COMO POR MADRE TIENE ASECENDENCIA DE LA CASA SOTOMAYOR.POR PARTE DE SU MADRE SU TATARABUELO ERA PEDRO MADRUGA)

    «Monasterio VISTA ALEGRE :

    Edificación anexa ao pazo que leva o mesmo nome que o convento. Xunto co pazo, foi declarado Monumento Histórico Artístico de rango nacional. Foi levantado sobre a antiquísima capela de SAN CRISTOBO por don Fernando de Andrade, arcebispo de Santiago e vicerrei de Navarra no s. XVI. Unha das torres pertencentes ao pazo foi destruída parcialmente e trasladada, no s. XVII, ao convento. Un amplo arco serve de comunicación entre a edificación civil e a relixiosa, permitindo á súa vez, a circulación rodada.»

    «De todos los pazos de Vilagarcía, el de VISTA ALEGRE es el único declarado Monumento Histórico Artístico. Álvaro de Mendoza y Sotomayor mandó construir en 1545 una edificación que se alza en el mismo emplazamiento que la antigua torre desde la que García de Caamaño vigilaba el burgo y el puerto que se desarrollaba a sus pies, en la marisma que se extendía hacia Arealonga.

    Cruzando el puente que sortea O Con y pasando bajo el Arco de Vista Alegre se accede a un entorno en el que pazo, convento e iglesia forman una continuidad. Algo que se debe al empeño de Fernando de Andrade y Sotomayor, que en 1645 mandó construir el convento que todavía ocupan las últimas agustinas recoletas, y comunicarlo con el pazo mediante un arco pasadizo por el que su madre podía acceder al recinto sacro para rezar sin salir a la calle.

    Decoran los muros de Vista Alegre un buen número de escudos con los símbolos de los Andrade, pero también de los Sotomayor, de los Caamaño y de los Mendoza. Pero no solo, pues a las gárgolas que suelen ser habituales en las edificaciones de la época se suman efigies que recuerdan los rostros de los miembros de esta saga familiar.

    Fernando de Andrade, nacido en Vista Alegre en el último tercio del siglo XVII, llegó a ser obispo de Palencia y Sigüenza, virrey y capitán general de navarra, p residente del Consejo de Cantabria, arzobispo de Burgos y de Santiago y capitán general de Galicia. Y precisamente la dignidad arzobispal está representada en los sombreros con borlas que pueden verse en los muros.»

    «Fernando de Andrade Sotomayor construíra ese convento, que malia que a capela de SAN CRISTOBAL na localidade é coñecida por estar dedicada a SANTA RITA»

    CONCLUYO :SI TUVIESE RELACION CRISTOBAL COLON CON LA CASA SOTOMAYOR:

    LA DENOMINACION :

    VISTA ALEGRE–> NOMBRE CASA (PAZO VISTA ALEGRE)

    ENTONCES-> DENOMINACION EN TIERRAS DE LAS INDIAS POR COLON?

    SAN CRISTOBO–>»Foi levantado sobre a antiquísima capela de San Cristobo por don Fernando de Andrade»

    ENTONCES-> MOTIVOE QUE TOMÓ PEDRO MADRUGA A «CRISTOBAL» ?

    SANTA RITA –>»Fernando de Andrade Sotomayor construíra ese convento, que malia que a capela de San Cristóbal na localidade é coñecida por estar dedicada a SANTA RITA»

    ENTONCES->localidad Laguna De Santa Rita en el municipio de San Luis POTOSI del estado de San Luis POTOSI.

    ESTAS TRES DENOMINACIONES,¿VEIS ALGUNA COINCIDENCIA RELACIONADA CON CRISTOBAL COLON?

    1. Não sei que lhe diga. Aparentemente não me parece que haja aqui alguma relação, a não ser uma coincidência de nomes.
      Digo isto porque o território onde Garcia de Caamaño fundou Vilagarcia de Arousa não estava na posse da linha dos Soutomaior de Pedro Madruga, mas sim na linha dos Soutomaior de Lantañón, cujas maiores referências são o embaixador Paio Gomes e o mariscal D. Soeiro Gomes de Soutomaior.
      Este D. Soeiro casou uma das suas filhas, D. Inés, com o tal García Caamaño, e deu-lhe em dote as referidas terras, onde existiria a capela de São Cristobo. Como tudo era pertença do arcebispo, Garcia pediu-lhe a mercê de poder fundar a torre que deu origem ao povoado.
      Madruga e o mariscal eram bons amigos e colaboradores próximos.
      Vista Alegre e o Convento vieram mais adiante no tempo.
      Não consigo ir mais além.

  48. @Eduardo
    Como sabe, existem alguns documentos castelhanos anteriores às Capitulações de Santa Fe que mencionam Colón. Em nenhum deles surge o tratamento de «Dom».
    Quer isso dizer que foi dignidade que lhe veio associada ao cargo de «Almirante», que foi o primeiro atribuído. Vice-Rei e Governador foram prometidos antes, e confirmados logo depois da viagem.

    Já o «Rei de Armas» do rei D. Manuel (1495-1521) no «Tratado Geral de Nobreza» que escreveu, definia bem quais eram os principais títulos de nobreza daquele tempo, depois da realeza: 1º Duque, 2º Marquês, 3º Conde, 4º Visconde, 5º Barão, 6º Almirante e 7º Condestável. Todos levavam aquele tratamento distintivo.
    No entanto, é necessário notar que não se ascendia a tão elevadas dignidades, sem um prévio percurso na classe da nobreza, e a distinção de «Dom» não se atribuía a um plebeu.

    Por isso, na minha opinião, se pode demonstrar que no momento em que Colón se apresentou às Capitulações de Santa Fe, teria de ser no mínimo «fidalgo-escudeiro» ou «fidalgo-cavaleiro».

    Esse estatuto ganhava-se por serviços prestados ao rei, e nunca por casamento dentro da nobreza. E uma mulher nobre que se casasse com plebeu sempre ficava assinalada, não faltando exemplos nos nobiliários de frases como «casou abaixo da sua condição». Além disso, Filipa Moniz não pertencia a um estrato muito elevado da nobreza. O pai mais não servia do que o cargo de Capitão do Donatário das ilhas da Madeira que era o Infante D. Henrique. Decerto que nunca foi tratado como Dom Bartolomeu Perestrelo!

    Cabia igualmente aos reis a prerrogativa de conceder «nobreza» a quem a não tinha. Por exemplo na atribuição de brasões de armas novas, eram comuns frases como «(…) o faço por esta minha carta fidalgo de cota de armas e assim aos que dele legitimamente descenderem por linha direita para sempre, e o habilito para isso, e o Removo do número geral dos homens e o Reduzo e trago ao conto e estima e participação dos nobres fidalgos de limpo sangue, e sobre isso porque a ele e aos merecimentos dos seus bons serviços, seja com Resplendor satisfeito, e aos outros homens na virtuosa inveja de tal glória se acendam nesse desejo com exercícios de semelhantes obras».

    Colón recebe dos Católicos um Almirantado, o tratamento de «Dom», a promessa de um Vice-Reino, e um brasão de armas acrescentado ao que já tinha, e em nenhum texto se exerce a prerrogativa real de o retirar à classe dos homens comuns, elevando-o a fidalgo.

    Simplesmente porque já o era… seja o que for que isso signifique, e que valor possa ter para o que se pretenda demonstrar.

    1. Obrigado Sonia.
      É um documento importante, embora já conhecido.
      De notar que até Pedro Correia, por viver em Portugal noa últimos anos de vida, acabou sepultado no Mosteiro do Carmo, em Lisboa, na capela dos Perestrelos, onde também o foi Filipa Moniz. Naturalmente porque também vivia em Lisboa, e não em Porto Santo.

  49. Dejé este mensaje también en el foro, pero como veo poca actividad de momento, pues esto está empezando, lo dejo también aquí.

    Creo que sé lo que ha pasado. El rieguismo empezó a plantear dudas, puede que alguna razonable, al llamado madruguismo. En madruguismo se sintió ofendido, pues piensa que entre colonianos no debemos pisarnos las mangueras. Entonces, algunas respuestas madruguistas ofendieron a su vez a los rieguistas.

    Lo cierto es que los rieguistas tienen todo el derecho del mundo a preguntar y a plantear dudas, como cualquier otro que quiera defender su teoría. Seamos serios. Pero, supongo yo, los madruguistas podrán hacer lo propio, pues los rieguistas también tienen una teoría que defender, y de eso sí es cierto que no se ha visto demasiado. Lo justo es que exista un debate abierto, o mejor dos, en los que unos y otros puedan plantear sus dudas y responder las dudas de los otros. Creo que sería un debate muy enriquecedor para ambas partes en el que todos podemos aprender mucho.

    Propongo pues que se abran es este foro dos temas, uno sobre madrugismo y otro sobre rieguismo, en el que todos nos portemos bien y sin zancadillas ni chascarrillos ni entradas en calificaciones personales, defendamos cada uno su posición. En uno de ellos los rieguistas podrán plantear todas las dudas que tengan sobre el Colón-Madruga y en el otro los madruguistas podrán hacer lo propio.

    Lo que tenemos son dos teorías, aunque en esencia ambas digan que Colón era gallego. Que cada cual defienda la suya y todos podremos contrastar una y la otra. Creo que todos debemos estar dispuestos a defender aquello en lo que creemos y aportar todo lo que sepamos. Eso es lo justo, pues considero que todos los que estamos dispuestos a cuestionar otra teoría estamos obligados a defender la propia. No sería lógico que uno lanzase cuatrocientas preguntas al otro y luego no estuviera dispuesto a contestar a otras cuatrocientas. Así, nadie debería sentirse atacado.

    Es la mejor manera de empezar de cero y firmar la paz.

  50. Me parece muy razonable por el bien de todos los Colonianos, pero… decir que «los rieguistas también tienen una teoría que defender, y de eso sí es cierto que no se ha visto demasiado», me parece demasiado.
    La única teoría que se ha defendido desde principios del siglo pasado ha sido la Rieguista; la Madruguista, como muy bien saben ellos, aún no tiene los 30 años. CREO. Salud y luz a todos!.
    Eduardo Serantes.

  51. Hablaba de lo que ha sucedido aquí. Aquí no he visto a ningún rieguista exponiendo su teoría al escrutinio de los demás. Sí he visto a rieguistas escrutando a los demás, pero a ninguno dispuesto a someterse a las dudas o preguntas de los madruguistas. Era eso.

  52. Yo tengo muchas dudas que me gustaría exponer a los rieguistas o a cualquier otro que me las pudiera aclarar o que tenga alguna opinión al respecto. Una es la siguiente:

    Como todos sabemos, entre las familias Colón (Galicia) y Colombo (Italia) existe una coincidencia asombrosa en los nombres de pila, que son los mismos en sus respectivas equivalencias, es decir, los mismos nombres adaptados a los usos de cada uno de los dos países. Y resulta que con los Fonterosa y los Fontanarossa también sucede eso aunque en menor medida, más que nada porque no era una familia tan numerosa. Esa coincidencia es prácticamente imposible que sea casual. Incluso hoy, que hay unos cuantos millones más de personas y de familias tanto en en Génova como en Galicia no encontraríamos cuatro familias, dos en cada ciudad y dos de ellas numerosas, como es el caso(Colombos y Colones), cuyos integrantes tuvieran exactamente los mismos nombres de pila, dos en una ciudad italiana y otras dos en una aldea de Galicia. ¿A qué puede deberse?

    La única solución posible aunque difícilmente aceptable, en mi opinión, sería que se tratase de dos familias que se trasladaron juntas con todos sus miembros de uno al otro sitio. Es decir, que Colombos y Fontanarossas hubieran hecho juntas las maletas para convertirse en Colones y Fonterosas, adaptando sus nombres a los equivalentes gallegos. O viceversa, que ambas familias hubieran viajado de Galicia a Italia, que al parecer es lo que sostienen algunos. Posible es, aunque tengo entendido que las fechas no encajarían en ninguno de los dos casos.

    Y otra pregunta más, por el momento. Creo que ya le he leído, probablemente en algún otro foro, aunque no me parece que nadie le hubiera dado respuesta. Es ésta:

    ¿Era Susana Fonterosa la madre de Colón?

    Si alguien tiene una explicación razonable a la primera duda y una respuesta a la segunda (a la segunda bastaría un sí o un no de momento), lo agradecería. La primera cuestión es obvia. Si la genealogía genovesa es falsa, como suponemos, y Colón nunca dijo cómo se llamaba su padre, por ejemplo, por lo que resulta cuando menos sorprendente que el padre del Colón Italiano se llame Domenico y el del gallego Domingo ¿no es demasiada casualidad que las genealogías italiana y gallega sean clavadas? Si ya es difícil encontrar juntas en una pequeña aldea de Poio a dos familias con apellidos clavados a los de las falsas genealogías Genovesas, que aún por encima haya tanta coincidencia en los nombres de pilas ya es como para plantear una duda más que razonable.

    La segunda pregunta, la de si era Susana Fonterosa la madre de Colón, es de justicia. Creo que se debe poner al menos el mismo ahínco en la madre del Colón rieguista como se ha puesto en la madre del Colón madruguista.

      1. Extracto de un libro:
        ¿Por qué entonces llegó a nuestros días la idea de un Cristóbal Colón genovés?, en el siglo XVIII Cassoni escribió los “Anales de Génova”, muy alejado en el tiempo de los acontecimientos y sin pruebas en las que apoyar sus teorías se inventa una fantástica historia de Colombos y Colombas, y sin embargo, los más notables escritores de su época la adoptaron como artículo de fe, desde entonces puede asegurarse que todas las generaciones que se han venido sucediendo, han aprendido en los colegios, después en los institutos y más tarde en cuantos trabajos literarios o históricos, esta fabulosa relación de un pasado completamente indocumentado, ¡Ha nacido el dogma petrificado!. Le siguieron otros como Marcel Staglieno cuando cuatro siglos después llegó a determinar la casa de Colón con exactitud meridiana, “en el Borgo di San Stéfano, en la calle Molcento, nel primer tronco a la entrada de la avenida y a la derecha del observador, saliendo por la puerta de SantaAndrea…”.

  53. Faltan unos meses para los 30, podemos esperar, no es problema, tendremos 30 años de una y 115 de otra. Además Eduardo, tendremos que defender al único candidato y además defender a García de la Riega, la cosa se nos complica, pero lo conseguiremos a pesar de las adversidades. Podíamos hacer el camino juntos, pero si las diferencias las hacéis insalvables, que cada uno siga su camino. García de la Riega hoy sería madruguista.

      1. Eduardo, el talento y la actitud de tu madre y la de otros como ella, luchando contra viento y marea, para mí es un ejemplo a seguir, son de los pocos que alimentan mi orgullo patrio.

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