O «mar português» de Pedro Colón (III) – Cunhados e amigos

No apoio ao regresso vitorioso de Pedro Madruga à Galiza, Vasco da Ponte alude também aos cunhados, deduzindo-se que se refere, naturalmente, às relações familiares pós-matrimoniais, estabelecidas com a família de Teresa de Távora. Faz sentido, que nesse âmbito se incluam também os tios – paternos e maternos – , para que se possa construir […]

O «mar português» de Pedro Colón (V) – Teria estado na Mina?

    Sobejam, pois, referências factuais, integrando as casas de Távora e de Pombeiro da Beira, no processo marítimo português, pelo menos desde os anos trinta do século XV, com particular incidência nas décadas de cinquenta e sessenta, em que o cargo de Almirante de Portugal foi exercido por dois dos seus elementos. É precisamente […]

Pedro Madruga, Cavaleiro de São João de Rhodes (II) – o tempo dos navegantes

                    [button link=»http://cristobal-colon.com/pedro-madruga-cavaleiro-de-sao-joao-de-rhodes/»] Pedro Madruga  I[/button] [button link=»http://cristobal-colon.com/pedro-madruga-cavaleiro-de-sao-joao-de-rhodes-ii/» color=»lightblue»] Pedro Madruga  II[/button] [button link=»http://cristobal-colon.com/pedro-madruga-cavaleiro-de-sao-joao-de-rhodes-iii/»  color=»purple»] Pedro Madruga III[/button]     Vimos já que em meados da década de cinquenta do século XV, Pedro Álvares de Soutomaior era cónego e pertencia ao cabido da Sé de Tui….. […]

O Xadrez de Tordesilhas: Colón, “Alpedrinha”, Caminha – Parte 3 – O “Almirante”

D. Jorge da Costa começou a sua carreira eclesiástica em 1463, eleito Bispo de Évora. No ano seguinte, deixava a prelatura do Alentejo e assumia o Arcebispado de Lisboa, cargo a que renunciaria apenas em 1500, a favor do seu irmão D. Martinho da Costa. Poderá nesse início de carreira ter conhecido o cónego Pedro […]

O Xadrez de Tordesilhas: Colón, “Alpedrinha”, Caminha – Parte 2 – A “malha”

No jogo de Tordesilhas, prova-se a rede tentacular do rei de Portugal através do capítulo CLXVIII da Chronica dos Valerosos, e Insignes Feitos Del Rey Dom Ioam II, de Gloriosa Memoria, escrita pelo português Garcia de Resende nos anos 1530-34, no qual se pode ler que D. João II “(…) tanta parte tinha no conselho del […]